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Entrevista com Tonietta Walters

A artista plástica e professora universitária norte-americana Tonietta Walters veio a Suzano por um período de três meses para ministrar palestras, aulas e workshops. Atualmente vive na Flórida (EUA) e leciona Filosofia na Broward College. Sua vinda foi por meio de um intercâmbio com Lauderhill, cidade co-irmã de Suzano.

 

Você leciona Filosofia na Broward College, na Flórida (EUA). Não vive da arte?
Tonietta Walters – Sim, ganho a vida dando aulas de filosofia, mas também vivo da arte. Às vezes trabalho com alguns workshops sobre arte, mas não dou aula nesta área.

 
Qual o seu estilo?
Tonietta – Minha pintura veio se desenvolvendo ao longo dos anos, mas ainda não planejo o que vou pintar especificamente. Sento na frente da tela e espero a ideia vir, e assim pinto. Depois que eu começo a pintar alguma coisa, surge a ideia de um tema para seguir, mas geralmente faço pinturas abstratas. Por exemplo, na exposição que estou fazendo aqui no Brasil, escolhi o tema religião, ou seja, pinturas que representam símbolos espirituais como santos, cruz e coisas do tipo. Para mim arte no geral é essa inspiração que surge, talvez de Deus.

 

Quem são seus ídolos no mundo das artes?
Tonietta – Jackson Pollok, um expressionista abstrato americano, que também pinta de forma livre. Foi uma das primeiras pessoas a fazer esse tipo de pintura. Também gosto dos renascentistas, como Michelangelo e Leonardo Da Vinci que é meu herói. Gostaria de mencionar Kandinsky também.

 

 

 

 

Você vende bem os seus quadros? Quem os compra?
Tonietta – Não ultimamente. Tenho trabalhado muito e vender quadros não é uma opção muito frequente. No começo coloquei meus quadros para vender na internet, no e-bay, mas de vez em quando em algumas exposições que faço alguém acaba comprando. Uma das minhas vendas favoritas foi para uma pessoa em Abu Dhabi, que comprou dois quadros. Mas não é porque não vendo muito minha arte que vou parar de fazê-la. Nada é tão importante que vai me fazer parar de pintar, isso é o que amo fazer. Sou eu. Espero voltar a fazer esculturas, e arte pública, são coisas importantes para mim.

 

 

Como vê o trabalho dos artistas plásticos brasileiros?
Tonietta – Eu gosto da arte daqui. Nerival Rodrigues, por exemplo, é um mestre da ?naive painting?. Gosto de pinturas relacionadas à cultura, como as indígenas, o que tem muito no Brasil. Também fui ao estúdio de Lúcio Bittencourt ? que faz esculturas e monumentos com sucata de indústrias ? em Mogi das Cruzes. Eu já o admirava antes e fiquei muito feliz de poder ir até seu estúdio.

 

 

Como surgiu este intercâmbio entre as cidades de Lauderhill e Suzano?
Tonietta – Tudo começou quando conheci Policarpo José Ribeiro, o Poli, artista plástico suzanense, pela internet. Ambos trabalhavam com arte há muito tempo em suas cidades, e a partir daí surgiu a ideia de fazermos um intercâmbio cultural entre Lauderhill e Suzano, tornando-as cidades co-irmãs. E desde 2007 fazemos intercâmbio para exposições, palestras e workshops.

 

 

Como vê o movimento dos jovens brasileiros que foram às ruas protestar? É muito diferente nos EUA?
Tonietta – Acho que isso é o certo a se fazer. Sei pouco sobre o motivo das manifestações, mas acredito que o governo é das pessoas, aliás, aqui é um País democrático. Mas acho que também foram longe demais, por conta do vandalismo. A violência não é necessária. Nos Estados Unidos não é tão diferente, os jovens sempre querem lutar por seus direitos. Já fui jovem também, sei como é.

 

Vai levar novamente artistas de Suzano para expor em Lauderhill?
Tonietta – Pretendemos levar dez artistas brasileiros para Lauderhill para fazer uma exposição e apresentações de música, mas estamos esperando as confirmações da Secretaria de Cultura do Município de Suzano.

 

JOGO RÁPIDO

 

Um lugar
Escócia

Um cheiro
Meu travesseiro

Uma cor
Azul

Um filme
Matrix

Uma música
1999 – Prince

Um momento
Quando estava na Escócia

Uma mulher
Minha mãe

Um homem
Meu pai

 

Fotos: Eduardo Romano

 

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Em entrevista, Rachel Ramos conta como iniciou a carreira em Suzano

Foto: Lorena de Paula

 

A suzanense trocou duas vezes a faculdade pela maquiagem. Resolveu investir em sua paixão e acaba de participar do programa Desafio da Beleza, que está sendo exibido pelo canal GNT. Ao lado de Anita comanda a Magnólia Noivas, com especialidade em noivas e madrinhas. Em Suzano passou pelos espaços de beleza mais badalados e aprendeu muito com os profissionais. Confira o papo que o Portal bateu com Rachel:

 

 

Qual sua formação?
Rachel Ramos – Fiz a primeira faculdade de Jornalismo na UMC, mas no segundo ano resolvi me dedicar só a maquiagem e iniciei, aos 19 anos, o curso de maquiagem pelo Senac. Depois fiz faculdade de moda, no Centro universitário Senac, e de novo no segundo ano a maquiagem me chamou. Tive de escolher entre os dois. A maquiagem venceu novamente e fui ser assistente do maquiador Westerley Dornellas, na Camarim Brasil, que foi a minha grande escola no mundo do cinema, publicidade e TV, onde aprendi principalmente a trabalhar com maquiagem de caracterização e efeito especial.

 

 

 

Atuou em Suzano na área de make up antes de seguir carreira no cinema, TV e campanha publicitária? 
Rachel – Gente, atuei sim. Meu primeiro trabalho como maquiadora foi mesmo antes da minha formação, no salão da Kayoko (Lélis). Ela sempre me levava para fazer uns trabalhos de desfile. Além disso, eu ficava no salão da Nadir (da Cunha) olhando enquanto ela fazia maquiagens nas noivas e madrinhas. Dei aula durante dois anos no Instituto Embeleze. Outro suzanense que me deu oportunidade foi o Carlinhos (Carlos Bittencourt). Trabalhei um tempo no salão dele e me arrisquei um pouco com maquiagem. São minhas grandes referências suzanenses. Bom lembrar desse tempo. Assinei a beleza das campanhas das lojas Scarlen.

 

 

 

Como foram esses 10 anos produzindo profissionalmente?

Rachel – Passei por várias experiências, mas a primeira vez em que pisei em um set de filmagem tive certeza de que era o que eu queria fazer da minha vida. Durante todos esses anos percebi que quanto mais referência e pesquisa você tem, melhor é para realizar seu trabalho. A experiência em sets de filmagem traz muitas bagagens para desenvolver ainda mais o seu trabalho. É sempre uma nova vivência, cada filme tem um desafio maior que outro. Mas um trabalho que marcou a minha carreira foi “Vida de estagiário”, que está sendo veiculado atualmente na Warner, pois foi o primeiro trabalho grande que assinei sozinha, onde conheci a maioria dos meus amigos aqui em São Paulo e conheci a Anita, que é minha amiga e sócia na Magnólia Noivas e na Sangue Delivery, nosso coletivo de maquiagem de caracterização e efeitos especiais.

 
Em qual área da maquiagem gosta mais de atuar?
Rachel – Gosto muito do trabalho no cinema, onde a maquiagem é realmente sutil e precisa chegar mais perto da realidade. Nas séries de TV me divirto muito, porque posso pirar com caracterizações de personagens e posso ir mais para o mundo da fantasia. Estou no ar agora com a série “Olívias na TV” no Multishow. Mas a minha nova paixão são as noivas. Sinto-me muito feliz em poder deixar uma mulher linda no dia do seu casamento. Trabalhar dentro desse clima de amor e paixão e ter a chance de ajudar, com a minha profissão, uma pessoa a realizar seu sonho é muito gratificante.

 
Como funciona a Magnólia Noivas?
Rachel – A Magnólia Noivas é uma empresa que presta serviços de cabelo e maquiagem para noivas e madrinhas. Fazemos todo um atendimento personalizado para cada noiva que nos procura. Fazemos o ensaio de cabelo e maquiagem no nosso estúdio que fica na Vila Madalena, e para a maioria de nossas noivas que se casam fora de São Paulo (praia, campo, outros estados), montamos um camarim de cinema para arrumá-las. Normalmente fazemos a maquiagem da noiva e de todas as madrinhas, pois é muito importante para as fotos e vídeo do casamento todas estarem lindas.

 

 

 

Rachel e Anita preparando uma noiva

 
Antes da Magnólia você e sua sócia desenvolveram técnicas de maquiagem para obter bom resultado em gravações de alta definição. Isso ajudou no preparo destas noivas?
Rachel – Trouxemos toda a nossa experiência no cinema e nosso conhecimento de luz e câmera para fazer uma maquiagem especial e que não transforme a mulher e sim realce a sua beleza natural e a deixe linda no seu grande dia. O dia-a-dia de um camarim de cinema nos ajuda a deixar a noiva mais calma enquanto se arruma, pois a gente sempre tem que trabalhar muito concentrada por ser um momento em que os atores passam o texto antes de entrar em cena. Isso faz toda a diferença na hora de maquiar as nossas noivas.

 

 

 

Quais produções vocês já assinaram?
Rachel – Juntas temos mais de 30 curtas-metragens, entre eles o premiado “L”, da Thais Fuginaga e o nosso último curta que está agora no festival de Gramado, “Navalha do Avô”, do Pedro Jorge. Fizemos assistência nos longas metragens “Bruna Surfistinha”, o novo filme da Heloisa Perissê “Odeio do Dia dos Namorados”, assinamos com a Sangue Delivery os longas “2013 menos 1” e “Bala sem Nome”, com a Paola Oliveira e o Sérgio Marone, mas este último só estreia no final do ano. Além de 50 campanhas publicitárias para várias marcas L?Oréal, Eudora Cosmeticos entre outras. Na televisão temos “Olívias na TV” no Multishow, “Sexo no sofá” no Glitz,”Amores Santista” com a Tayla Ayala e Paulinho Vilhena para a TV local e “Vida de Estagiário” na Warner. Gostamos mesmo de fazer comédia.

 

 

 

Como foi sua participação no programa “Desafio da Beleza”, exibido pelo canal GNT?
Rachel – Um tanto inusitada. Confesso que fiquei com vergonha das câmeras no começo, estou bem mais acostumada a ficar no backstage então passar para frente das câmeras foi um processo. E eu, que nem sei jogar baralho fui competir com outros maquiadores. Não sabia direito como agir. Mas eu aprendi muito lá dentro. Trocar experiências de maquiagem, conhecer outros universos do mercado de trabalho e ter a oportunidade de apresentar meu trabalho para o grande público não tem preço. Fora que o Fernando Torquatto é um “gentleman”. Muito bom poder conviver com ele esses dias. E ganhei uma grande amiga, a Lorena.

 

 


 

Ficou feliz com o quarto lugar?
Rachel – Fiquei feliz sim. Ia gostar de ganhar, mas só de ter participado foi e está sendo ótimo para minha carreira e empresa. Os outros três que ficaram são muito bons maquiadores e seguraram melhor a onda de ficar trancafiados.

 

 

 

Tem planos de voltar para a terrinha?
Rachel – Para morar, por enquanto ,não. A Magnólia acontece aqui em São Paulo. Sempre que posso vou a Suzano visitar a minha amiga Celina Benvenuti (somos amigas desde os três anos) e o filho dela Vinicius, meu afilhado. Mas será um prazer voltar mais vezes a Suzano para maquiar as noivas suzanenses.

 

 

JOGO RÁPIDO

 

Um lugar
Camarim

Um cheiro
Dama da noite

Uma cor
Azul

Um filme
Fausto, do Alexandr Sokurov

Uma música
Superheroes of BMX, do Mogway

Um momento
Quando encontro meus sobrinhos

Uma mulher
Minha vó Darcy

Um homem
George Harrison

Deus
Deuses

 

Fotos: Divulgação

 

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Marcus Rodrigues fala de sua trajetória e do Universo Piaget

Marcus Vinicius Herbst Rodrigues, 42 anos, fisioterapeuta, especialista e doutor, trocou uma carreira de sucesso no Instituto do Coração (Incor), em São Paulo, pelo desafio maior de comandar uma instituição educacional na terra onde nasceu. Ele é o diretor-geral da Faculdade Piaget – Campus Suzano, que tem padrão de ensino de qualidade reconhecido no mundo.

 

Você é filho de Suzano. Por onde andou nestes últimos 20 anos?

Marcus Rodrigues – Com muito orgulho, nascido na Santa Casa de Suzano. Vivi por aqui até concluir o curso de Fisioterapia; fui para São Paulo para continuar os estudos, fiz especialização e doutorado, e atuei como fisioterapeuta na UTI de pós-operatório em cirurgia cardíaca no Incor, experiência que me fez enxergar a vida sob um prisma diferente, valorizando pequenas coisas como poder ajudar alguém a respirar sem a ajuda de aparelhos.

 
Quando recebeu o convite da Faculdade Piaget para ser o diretor?
Marcus – O projeto para Suzano é tão fascinante que me fez retornar após 20 anos. Deixei meu emprego de 15 anos no Incor como fisioterapeuta, supervisor do curso de especialização e pesquisador para esse novo desafio. Não o teria feito se não fosse por um grande projeto e uma grande instituição. Inicialmente, fui convidado a coordenar o curso de Fisioterapia. Isto me possibilitou estruturar um curso como sempre desejei, com total apoio da instituição. Além disso, fui chamado para lecionar em uma das escolas do Instituto Piaget em Portugal, na cidade de Viseu. Pude perceber a grandiosidade e a importância do Instituto Piaget no cenário da educação superior nos países onde está implantado. Com o credenciamento da faculdade em Suzano pelo Ministério da Educação (diga-se de passagem, com nota máxima), e a autorização para o curso de Fisioterapia, envolvi-me de vez no projeto, daí veio o convite para ser diretor-geral, função que desempenho com dedicação, orgulho e responsabilidade.

 

 

 
A educação ainda é um grande problema do Brasil. Qual a solução?
Marcus – As instituições de ensino não deveriam perder seu foco principal: a educação. A grande questão é quando a educação vira apenas negócio. Nosso objetivo é formar profissionais, e não apenas diplomar pessoas. Aqui em Suzano seguimos o exemplo e modelo Piaget internacional, que preza pelo alto padrão de qualidade na formação técnica de seus alunos e diferencial na ênfase da formação humanística.

 

Durante um tempo, imaginava-se que a faculdade estaria vinculada à Prefeitura de Suzano. Isto acabou?

Marcus – A Piaget nunca esteve vinculada à Prefeitura. A instituição venceu uma licitação internacional e tem a concessão de uso, por 80 anos, do terreno onde está instalada. Em contrapartida, deve oferecer bolsas de estudos à população carente, o que faz com muita satisfação, e recuperar uma área vizinha, transformando-a em um parque, obra que aguarda autorização da Prefeitura.

 

Qual a expectativa para o vestibular neste meio de ano?

Marcus – A faculdade vive uma nova fase. O que antes era dúvida agora passou a ser uma realidade. A Piaget vem se consolidando como instituição de ensino diferenciada pela sua nota de avaliação do MEC, por seu projeto pedagógico, mas também pelos preços acessíveis e compatíveis com a realidade da população. As expectativas estão sendo alcançadas. Digo isso porque a procura por provas agendadas é diária e ainda teremos o vestibular tradicional no próximo domingo, dia 28 de julho.

 

 
Quais os cursos oferecidos? Todos são autorizados pelo MEC?
Marcus – Por enquanto, são nove cursos oferecidos, todos autorizados e com excelente avaliação: Administração, Ciências Contábeis, Ciências Econômicas, Educação Física, Farmácia, Fisioterapia, Nutrição, Engenharia Ambiental e Engenharia de Alimentos. A faculdade dispõe de bolsas de 50% de desconto nas mensalidades e também aderiu ao Fies sem fiador, pelo qual o aluno pode financiar 100% do curso e só pagar depois de formado.

 
No campus da Piaget em Suzano, podemos encontrar o quê?
Marcus – Uma estrutura diferenciada, construída especialmente para o fim a que se propôs: ser um campus universitário. Hoje, contamos com três prédios, que abrigam 32 salas de aula, biblioteca com mais de cinco mil livros e salas de estudo, auditório multimídia, rede wireless, laboratórios de informática, anatomia, fisioterapia, química, física, entre outros. Mas o projeto prevê outros sete prédios, além de clínicas-escola que atenderão à comunidade.

 

 

JOGO RÁPIDO

 

Um lugar
Meu cantinho em Guararema

 

Um cheiro
De lenha queimando na lareira ou no fogão

 

Uma cor
Azul

 

Um filme
Patch Adams

 

Uma música
Love Is Stronger Than Pride (Sade)

 

Um momento
O nascimento do meu filho

 

Uma mulher
Minha mãe

 

Um homem
Meu pai

 

Deus
Grande arquiteto do Universo

 

 

 

 

Fotos: Eduardo Romano

 

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Entrevista com Bruna Costa

Dona de uma belíssima voz e extremamente afinada, aos cinco anos, ela usava o controle remoto como microfone e já queria ser cantora. Conheceu a música dentro de casa, com seu pai. Aprendeu violino, piano e um pouco de violão. Bruna Costa vai lançar um CD no gênero gospel com músicas autorais e realiza hoje (13) um evento na Igreja Bíblica Brasileira de Mogi das Cruzes para angariar fundos.

 

Conheça um pouco mais sobre a Bruna, e no final, confira o vídeo da música Indelible.

 

Qual sua formação?
Bruna Costa – Estou cursando letras na faculdade UNICSUL. Estudo música em casa com meu pai desde os seis anos. Toco violino, piano e um pouco de violão.

 

Quando se interessou pela música?
Bruna – Meu pai é formado em música. Cresci em um lar onde a música está presente 24 horas por dia. Meu pai me levava para concertos musicais, aulas de violino, me ensinava partitura desde os seis anos de idade. Acredito que a influência vinda dele é totalmente responsável pelo meu interesse musical desde a infância.

 

 

Era sonho de criança?
Bruna – Era sonho de criança. Eu tinha costume de pegar o controle da TV e usá-lo como microfone. Aos cinco anos eu dizia que eu iria gravar um CD, pelo visto, Deus me ouviu.

 

 

 

Tem formação musical?
Bruna – Fiz um curso de musicoterapia no Centro Benenzon. Foi inspirador. Incrível saber como a música pode agir em nós. Mas a maior parte da minha formação musical foi em casa. Tive professores particulares de violino e aprendi teoria com eles durante muitos anos.

 

 

Como vê a atuação dos jovens nestes movimentos que pararam o Brasil?
Bruna – Vejo de forma positiva. As manifestações, sem violência, aconteceram em tempo certo. Quando eu achava que ninguém mais se importava com o nosso país, a população brasileira me surpreendeu. Vi que todos estavam cansados de muitas coisas e a maneira como se juntaram para expressar seu desapontamento e insatisfação, foi admirável. Mas o mais importante é o impacto que isso está causando na forma de pensar dos brasileiros. Estamos em fase de evolução, já dizia Oscar Wilde “O descontentamento é o primeiro passo na evolução de um homem ou de uma nação”.

 

 

Esta Noite de Caldos realizada na Igreja Bíblica Brasileira de Mogi das Cruzes teve como finalidade angariar renda para seu CD. Como será este CD?
Bruna – Meu CD é do gênero gospel. Ele tem a finalidade de falar do amor de Deus e expressar as maravilhas que ele tem feito em nós. Enfim, mostrar uma nova história que pode ser escrita pelas mãos do pai de amor.

 

 

Que músicas escolheu?
Bruna – Para o evento, escolhi músicas de cantores que me inspiraram, como Daniela Araujo, Kari Jobe, Kim Walker e por ai vai. Para o CD eu mesma compus todas as músicas.

 

 

 

 

Quem são suas referências musicais?
Bruna – Jesus Culture, Britt Nicole, Brooke Fraser e Daniela Araujo, poderia citar vários outros nomes, mas talvez estes sejam os principais no momento.

 

 

De quem são os arranjos e quem irá te acompanhar?
Bruna – Os arranjos são de Nando Padoan (produtor) também responsável pelos músicos, por isso ainda não sei quem irá me acompanhar nas gravações em estúdio. No show os músicos são: Anderson (teclado), Luis Cassio (baixo), Bruno Moraes (guitarra), Daniel Bergue (bateria), Jaciel José (violão) e no back-vocal Vanessa Costa, Kelly Martins e Mv Martins. No som será a equipe montada por Robson Ferreira, um excelente sonoplasta.

 

 

Será uma gravação independente?
Bruna – Sim, a gravação será independente com o apoio do público e da Igreja Bíblica Brasileira.

 

 

O que pretende mostrar?
Bruna – O maior objetivo é mostrar a mensagem do evangelho, da qual fala de amar a Deus, amar ao próximo e servir a todos, evangelizando e edificando vidas. Acredito que todos nós temos nosso mal todos os dias, pequenos problemas que às vezes nos deixam tensos e menos sensíveis para coisas maravilhosas que nos acontece e somos impedidos de enxergar. O que precisamos são de palavras que nos ajudem a vencer o leão, que nos lembre de que somos humanos, sujeitos a errar, mas que existe alguém pronto para nos levantar e nos fortalecer para recomeçar. Nada mais inspirador do que a música para dizer tudo isso com o sentimento expresso em melodia.

 

 

Tem previsão de quando o CD estará disponível?
Bruna – Queremos iniciar as gravações o mais breve possível e deixar o CD pronto até dezembro. Assim que for lançado será vendido shows, nas igrejas que visitarmos e no site do “Verdade Bíblica”.

 

 

Qual o nome do CD? Por quê?
Bruna – Ainda não temos certeza do nome. Tenho opções em mente, porém, ainda haverá muitas mudanças.

 

 

 

 

 

JOGO RÁPIDO

 

Um lugar
ABECAR
Um cheiro
Cidreira
Uma cor
Vermelho
Um filme
Soul Surfer
Uma música
Steady My Heart (Kari Jobe)
Um momento
A primeira vez em que cantei com meu pai em público.
Uma mulher
Rosana Costa
Um homem
Jaciel José
Deus
Transformação

 

Veja o cover da música  Indelible, da cantora Brooke Fraser:

 

 

Ainda dá tempo de participar da Noite de Caldos, que acontece hoje (13) na Igreja Bíblica Brasileira em Mogi das Cruzes. Para mais informações, entre em contato no telefone (11) 4636-2955. Vai perder?

 

Fotos: Eduardo Romano

 

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Padre Lazinho fala sobre sua missão em entrevista exclusiva

Lázaro Aparecido de Sales, o Padre Lazinho, como é mais conhecido – tomou a decisão de se tornar Padre aos 18 anos de idade. Passou por duas Paróquias, e está há mais de 15 anos na Paróquia Mãe do Redentor na Vila Amorim, em Suzano. Neste mês de julho ele completa 25 anos de vida sacerdotal e durante toda semana comemorou com um Tríduo Vocacional. Vê a vinda do Papa Francisco com bons olhos e acredita que é o Brasil precisa de ordem para continuar o seu caminho.

 

 

Era seu sonho de criança ser Padre?
Padre Lázaro Aparecido de Sales – Sim. Com mais ou menos 11 anos eu já falava que queria ser padre, mas não tinha uma ideia clara sobre a vocação. A ideia foi clareando e amadurecendo com a participação nas missas, no grupo de jovens, nas atividades da igreja e o contato com os padres e o bispo da época que era Dom Emílio. Somente com 18 anos tomei a decisão de ir para o seminário.

 

 

Tem alguém na família com a mesma vocação?
Padre Lazinho – Que eu saiba, não.

 

 

Por quais paróquias já passou nestes 25 anos?
Padre Lazinho – A primeira foi a Paróquia Santa Cruz, Ponte Grande (Mogi das Cruzes), onde permaneci por cinco anos e meio. A segunda foi a Paróquia Bom Pastor, Cidade Edson (Suzano). Lá servi por quatro anos, e por último, a Paróquia Mãe do Redentor, Vila Amorim, Suzano.

 

 

Quantos anos já está na Paróquia Mãe do Redentor?
Padre Lazinho – Há quinze anos e meio.

 

 

Comemorou 25 anos de vida sacerdotal com sessão solene eucarística. Como foi ?
Padre Lazinho – Sim, comemorei com um Tríduo Vocacional. No dia 3 celebrei 25 anos de Vida Sacerdotal com Santa Missa. No dia 4 o Padre Geraldo (Redentorista) veio celebrar a Missa e falar sobre as vocações. Dia 5 celebrei a Santa Missa com a presença dos vocacionados da Paróquia, e por fim no dia 6, completando mais um ano de vida, celebrei uma Missa de Ação de Graças com todos os meus familiares, amigos, o Movimento da Mãe Peregrina e todas as comunidades.

 

 

 

 

Como vê a vinda do Papa Francisco ao Brasil?
Padre Lazinho – Vejo com muita expectativa. Estou ansioso para ver e ouvi-lo. Com certeza serão palavras que alimentarão a nossa fé e atrairão a nossa juventude a Cristo. Penso que ele vai falar também um pouco da situação política e econômica do Brasil.

 

 

Vai participar de todas as atividades com o Papa Francisco?
Padre Lazinho – Não conseguirei participar de todas, mas irei participar do que for possível. Acompanharei pela mídia, refletirei e colocarei em prática no dia a dia, trazendo as mensagens do Santo Padre para as comunidades, a paróquia, pastorais e movimentos através de reuniões, encontro e da própria missa.

 

O que falta para o Brasil encontrar o seu caminho no progresso?
Padre Lazinho – Precisa de ordem. Ordem social, na política, na saúde, na educação e na segurança. Precisamos e merecemos uma sociedade mais justa, fraterna, humana e igualitária.

 
Como a igreja tem colaborado?
Padre Lazinho – A igreja tem colaborado evangelizando e conscientizando as pessoas para que todos lutem e tenha vida já aqui na terra rumo ao Reino definitivo. A igreja ajuda a encontrar respostas aos desafios que surgem a cada época. Todas as instituições são importantes e uma não substitui a outra, por exemplo, a escola não substitui a família, a igreja não substitui o Estado, a família não substitui nem a igreja e nem o Estado, etc. Mas todas devem colaborar para que haja mais vida e todos possam viver bem, com dignidade.

 

JOGO RÁPIDO

 

Um lugar
O Santuário de Aparecida

Um cheiro
Cheiro de rosa

Uma cor
Azul

Um filme
Morte e Vida Severina

Uma música
Pra não dizer que não falei de flores

Um momento
Silêncio

Uma mulher
Minha mãe

Um homem
Meu pai

Deus
Amor

 

Fotos: Eduardo Romano

 

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Em entrevista, Ingrid Babicsák Cenciper conta como surgiu a paixão pelo inglês

Iniciou cedo a carreira de bailarina, mas valeu apenas como aprendizado. Fez duas faculdades ao mesmo tempo, Direito e Letras e passou a dar aulas de inglês ao mesmo tempo. É pós-graduada em Ensino Superior, formada em inglês, francês e espanhol.

 

Qual era seu sonho de criança?
Ingrid Babicsák Cenciper – Nossa, uma pergunta difícil de responder, pois sempre quis fazer várias coisas. A princípio queria ser jornalista, sempre gostei da área de comunicação, mas acabei optando pelo direito, por gostar de debates, dar minha opinião, defender o que eu acredito estar certo, e fazer algo importante pelo meu País, e jamais imaginei que seria professora, mas amo o que faço.

 

Dançou durante muitos anos. Não quis seguir a carreira? 

Ingrid – A dança sempre foi a minha grande paixão, comecei com o ballet clássico, depois o jazz, assim veio o street dance, dança de salão, dança húngara e outras, mas também sempre gostei muito de atuar, então nunca fui apenas uma bailarina, eu gostava de dançar e encenar, mas nunca pensei em seguir carreira, até porque nunca tive físico para isso, mas a dança em si, foi algo essencial para a minha formação, além da postura, flexibilidade, desenvoltura e ser bem cara de pau… risos.

 

 

 

 

Já quis ser presidente do Brasil. Como foi isso?
Ingrid – Verdade. Lembro-me como se fosse hoje do concurso que ganhei na Rede DS de Comunicação. Você me entrevistou e perguntou o que eu gostaria de ser. Realmente sempre fui muito pretensiosa, sempre sonhei alto. E eu gostaria de ser a primeira mulher presidente para mudar a educação no nosso País, eu sempre quis ser uma pessoa que de alguma forma pudesse representar algo no Brasil, cheguei a trabalhar na política, e até já pensei em começar uma carreira nessa área, mas amadurecendo, percebi que não precisaria ser presidente para ser transformadora. Como professora e educadora, tenho a possibilidade de semear muito mais, passando para meus alunos além que uma matéria de inglês, como respeito, tolerância, a importância de ser persistente e inovador. Não me arrependo de ter mudado de ideia.

 

Como surgiu seu amor pelo inglês? 

Ingrid – Esta história é longa, nunca gostei de inglês, mas sempre fiz curso na Fisk , porque minha mãe, Veneza, sempre me incentivou, e sempre dizia que independente da minha profissão, quantos mais idiomas eu falasse, seria melhor para o meu futuro, e assim dei continuidade mesmo sem gostar. Até que com 17 anos, já quase me formando, e graças à dança fui convidada para treinar os alunos para uma festa de Halloween, e comecei a dar aulas de reforço, depois vieram os grupos de crianças, e nesta época, comecei a fazer o curso de Direito, até então levava apenas como um hobby, uma forma de manter o meu inglês, depois de três anos, já na metade do curso de Direito, percebi que realmente o inglês fazia parte da minha vida, e minha mãe sugeriu que eu fizesse mais uma faculdade, a de Letras, pois em minha opinião, não bastaria ser professora sem uma formação, acabei fazendo, no período da manhã o curso de Direito, a tarde dava as aulas de inglês e no período noturno o de Letras, me formei nas duas no mesmo ano, todos achavam que eu era louca. Depois que me formei comecei a dar aulas de inglês na Fisk, mesma escola que eu tinha estudado, e assim veio a ideia de ter uma escola, e logo depois tivemos a oportunidade de comprar a Fisk de Suzano, mas falando assim parece muito fácil, me lembro de tantos testes que eu fiz em várias escolas para dar aula, quantos “não” eu recebi, mas eu nunca desisti de nada que eu realmente acreditasse e assim realizei um sonho de ter um negócio próprio.

 

E a Fisk Suzano? A que se deve o crescimento da escola? 

Ingrid – A Fisk de Suzano é uma escola muito especial para mim. Quando assumi a escola quis fazer algo totalmente diferente das demais, com aulas diferenciadas, aulas de conversação, aulas de dança, aulas de teatro, aulas de culinária, reforço, vídeos e temáticas. Desta forma os alunos aprendem com muito mais prazer. Faço intercâmbio para vários países, e eu acompanho meus alunos, fico um mês com eles assessorando e passando tudo sobre uma nova cultura. Resumindo, faço tudo o que eu sempre gostei, coloco em prática aquilo que eles aprendem na teoria, este é o grande segredo. Sei que não sou perfeita e tenho muito que aprender, mas quando você tem uma equipe qualificada, uma estrutura de alto nível, um material eficaz e uma família te apoiando, não têm como dar errado.

 

E a unidade de Itaquaquecetuba? 

Ingrid – A Unidade de Itaquá ainda está crescendo, tem apenas um ano e quatro meses, mas tem a mesma qualidade, professores e atendimento como da escola de Suzano, já estou com uma projeto de ampliação devido a grande procura. Itaquá já foi diferente, abrimos a escola do zero, estou muito feliz com o resultado, e com certeza virão muito mais escolas.

 

 

 

Jogo Rápido

 

 

Um lugar
Hungria

Um cheiro
Da praia

Uma cor
Todas

Um filme
O Diabo veste Prada

Uma música
Big girls don´t cry, da Fergie

Um momento
Meu casamento com o Eduardo Cenciper, inesquecível

Uma mulher
Minha mãe Veneza de Almeida Babicsák

Um homem
Tenho três: meu pai Paulo Babicsák; meu marido e Mr Fisk

Deus
Fé, essência de tudo, independente de religião

 

 

Fotos: Eduardo Romano

 

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Entrevista | Laécio Cordeiro conta compartilha a história de sucesso do grupo Casa & Art

Seu sonho era ser jogador de futebol, porém orgulha-se em ser vendedor e um dos donos do Grupo Casa & Art que hoje somam nove lojas no Alto Tietê, no ramo moveleiro, oferecendo qualidade no atendimento e execução dos serviços.

Qual era o seu sonho de criança?
Laécio Cordeiro – Meu sonho de criança sempre foi ser jogador de futebol.

 

Acreditava que seria um empresário bem sucedido?

Laécio – Empresário não digo, mas sempre tive a convicção que seria uma pessoa bem sucedida.

 

Qual foi seu maior desafio?

Laécio – Passar por cima da falta de confiança e fé das pessoas que não acreditavam em mim.

 

Trabalhou no ramo antes de ser empresário. Não gostou de ser empregado?

Laécio – Trabalho no ramo moveleiro há 20 anos. Se gostei? Claro que sim, pois devo muito do meu aprendizado aos meus antigos patrões e amigos que trabalharam junto comigo. Quando me perguntam a minha profissão falo com orgulho que sou vendedor, pois adoro o que faço.

 

Como surgiu a parceria entre você, o Fernando Pena e o Marcelo Maciel?

Laécio – Trabalhávamos juntos e nos juntamos para ter o nosso próprio negócio, com a visão de ter uma loja com conceito diferenciado, principalmente voltado a prestação de serviço, pois os clientes são o maior patrimônio do Grupo Casa & Art.

 

A que se deve o crescimento do Grupo Casa & Art?

Laécio – O respeito aos nossos clientes e a convicção de que sozinhos não somos nada, mas com a parceria dos nossos colaboradores podemos ir muito além, pois não temos funcionários, temos parceiros.

 

A letra “R” do “Art” é da sua esposa, Rose. O que ela representa nisso tudo?

Laécio – Na Bíblia diz “que a mulher sábia edifica o lar”. Agradeço a Deus pela grande mulher que Ele colocou ao meu lado, que além de ser muito importante na empresa é a coluna da minha vida.

 

Qual o diferencial das lojas do Grupo Casa & Art?

Laécio – São os colaboradores. Hoje a Casa & Art não trabalha com nenhum profissional terceirizado, seja vendedor, entregador, montador, administrativo, limpeza, etc. Todos são registrados e com isso podemos proporcionar uma melhor prestação de serviço para nossos clientes.

 

Qual a maior dificuldade encontrada nos dias atuais neste ramo de móveis planejados?

Laécio – Mão-de-obra qualificada para poder ter uma boa prestação de serviço e um bom pós-venda. Preocupados com isso, fizemos um auditório em Suzano (em cima da Idélli) para desenvolver e treinar nossos profissionais.

 

Fotos: Eduardo Romano

 

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Em entrevista, Márcia Barros fala da sua relação com a Quiropraxia

Ela foi eleita este ano presidente da Associação Nacional de Quiropraxia (ANQ) e é proprietária da Quiropraxia Suzano Centro de Terapias Integradas (CTI). É graduada em fisioterapia pela Universidade Braz Cubas. Em quiropraxia pelo Instituto Brasileiro de Quiropraxia (Ibraqui), com diversos cursos extensivos na área pelo Instituto Matheus de Souza (Imas). Formada em Terapia Crânio sacral pelo Upledger Institute International e formação na Escola da Coluna École du dos Mail 14 –França.

 

 

Quem pode tratar com quiropraxia?


Márcia Barros – Qualquer pessoa do zero aos 120 anos (caso consiga chegar a esta idade… risos). A quiropraxia sendo utilizada desde o nascimento pode possibilitar a isto, talvez não tantos anos, mas ter um envelhecimento saudável com qualidade de vida.

 

 

Tem alguma contra indicação?


Márcia Barros – Sim, tem algumas… Aprincipal: o mal profissional. Também contraindicado para quem tem osteoporose e neoplasias malignas (câncer).

 

 

Dores no corpo podem ser frutos de problemas na coluna?


Márcia Barros – Sim, principalmente na época em que vivemos, onde o estresse sobrevém a todos independente de sexo ou idade. Conhecemos os malefícios do estresse e sua influência sobre a coluna vertebral, causando dores em todo o organismo, ou seja, músculos, ossos, órgãos e vísceras.

 

 

 

Quais os problemas mais comuns que podem ser tratados pela quiropraxia?


Márcia Barros – No geral dores nas costas e problemas de colunas tais como: hérnia de disco, desvios posturais (hipercifose, hiperlordose, escoliose, má posturas), enxaquecas, problemas vértebra viscerais (estômago, bexiga, útero, próstata, etc). Incontinência urinária, enurese noturna (xixi na cama), bronquites, asma, alergias, dores reumáticas e muitas outras oriundas do sistema neuromusculoesquelético.

 

 

Fale um pouco da terapia crânio sacral.


Márcia Barros – Esta terapia é minha “menina dos olhos”. Eu costumo dizer aos meus alunos de crânio sacral, que todo cuidador e profissional da área da saúde deveriam saber aplicar a crânio sacral por ser ela um excelente recurso adicional a medicina convencional. É um método de terapia corporal onde o respeito e a delicadeza são a base da técnica. É baseada em um sistema existente nos seres humanos, envolvendo algumas estruturas localizadas a partir do crânio, seguindo pela coluna vertebral até a região sacral (final da coluna) por isto o nome crânio sacral. A técnica consiste em suaves toques no segmento crânio sacral. O terapeuta lentamente começará a perceber uma qualidade de pulsação diferente do pulsar cardíaco e respiratório, ao perceber este movimento ele simplesmente acompanha este fluxo que se resume em uma expansão e contração de todos os sistemas do organismo, esta atitude dentro da nossa ótica é chamado de acolhimento, onde a suavidade oferecida pelas mãos do terapeuta é a única possibilidade de sintonizar este pulsar que parte do centro do corpo pela periferia resultando num relaxamento global, prevenção e tratamento de diversas doenças.

 

 

Quais os outros tratamentos que aplica?


Márcia Barros – Além da quiropraxia e a crânio sacral, aplico a Aeroball (técnica para correção postural) fisioterapia tradicional de reabilitação.

 


A cura existe?


Márcia Barros – Dentro da concepção em que o corpo tem a capacidade de se auto curar, sim, a cura existe. Porém devemos dar condições para que ela se realize.

 

Fale um pouco do curso que vai fazer em Floripa.


Márcia Barros – Terapia crânio sacral está cada vez mais sendo usada como uma medida preventiva de saúde por sua capacidade de manter a resistência a doenças. Apesar de parecer simples ela exige que o terapeuta tenha um profundo conhecimento de anatomia e fisiologia humana, afim de que possa reconhecer e visualizar mentalmente todas as estruturas que envolve o mecanismo anatômico. Portanto o curso é feito por módulos onde avançamos conforme adquirimos conhecimento, pratica e domínio do módulo anterior. Estou indo para um módulo mais, onde vou adquirir a prática de trabalhar diretamente com as vísceras (fígado, intestino, estômago, baço, rim, bexiga) tornando meu atendimento mais eficiente para uma ampla gama de problemas médicos associados a diversas dores e disfunções.

 

 

JOGO RÁPIDO

 

Um lugar
Meu quarto

Um cheiro
Jasmim

Uma cor
Vermelho

Um filme
Comer, Rezar e Amar

Uma música
La soledad (Laura Pausini)

Um momento
O silêncio do meu EU

Uma mulher
Minha avó

Um homem
Meu avô

Deus
O motivo da minha existência

 

 

 

Fotos: Eduardo Romano

 

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Miguel Fallabela e Marília Pera no programa Amaury Jr.

A dupla dinâmica da televisão brasileira que está fazendo o maior sucesso com o seriado “Pé Na Cova”, Marília e Miguel são os convidados do Programa Amaury Jr. desta sexta-feira, 1 de março.

 

Os atores contam sobre o sucesso de  seus personagens no seriado, e como encaram juntos a peça de teatro “Alô Dolly”, sucesso da Broadway que acaba de  chega ao Brasil. Falabella conta que foi apresentado à história de Dolly pela avó, ainda criança, e hoje é um privilégio poder dirigir o espetáculo. Questionado sobre a enorme tatuagem que carrega no braço, um São Miguel, o ator revelou que fez incentivado pelo sobrinho.

 

 

Já Marília Pera, fala sobre seu desejo de  fazer cinema e disse que está velha, mas  “fico cada vez mais jovem”. O “Programa Amaury Jr.” vai ao ar todos os dias, de terça a sexta-feira, à meia-noite, pela Rede TV!. O “Amaury Jr. Show” vai ao ar todos os sábados, a partir das 19h40.

 

Foto: Carol Mendonça

 

 

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Entrevista com Roberto Pires e Carlos Eduardo da Não+pêlo

Dentistas de formação e amigos de longa data, resolveram buscar uma franquia que não dependesse 100% da presença de ambos. Eis que surge no circuito suzanense a Não+pêlo, que tem um processo chamado fotodepilação que vem revolucionando o mercado

 

 

Os dois são dentistas. Qual a especialidade de cada um?

Roberto Pires, o Beto: Trabalho muito com o que chamamos de reabilitação oral, ou seja, um tratamento reabilitador completo para a boca que pode incluir implantes, próteses, estética etc…

 

Carlos Eduardo de Resende Abrahão: Sou especialista em implante dentário e atuo na área de cirurgia bucal em geral. Hoje a prevenção é mais praticada. Falem um pouco sobre isso. Beto e Carlos: A odontologia mudou muito nos últimos anos. Temos novos recursos e uma tecnologia muito avançada, mas em muitos casos ainda muito onerosa aos pacientes. Creio que a prevenção deveria ser mais abordada com políticas para sua aplicação pública, pois infelizmente neste nosso país o acesso a um consultório particular ainda é restrito a uma parcela muito pequena da população.

 

 

Como surgiu a parceria entre vocês?

Beto: Somos amigos de infância e sempre trabalhamos juntos, especialmente com implantes, onde além de nossos pacientes atendemos nesta área específica para muitos outros dentistas da região e até mesmo em São Paulo.Também fomos colegas como professores universitários em Mogi das Cruzes durante muitos anos.

 

 

Como surgiu a Não+pêlo de Suzano?

Carlos: A vontade de empreender sempre foi presente. Foram alguns anos na busca de algo interessante. Estudávamos uma franquia que possibilitasse continuarmos com nossa profissão. A Não+pêlo foi selecionada entre muitas e nos agradou por ser uma tendência e pela qualidade e eficiência do tratamento.

 

 

 

 

Como funciona a fotodelipação?

Beto e Carlos: A fotodepilação consiste na eliminação do pelo através da ?luz pulsada?, que se trata do método mais moderno e indolor para uma depilação duradoura, existente hoje no mercado.

 

 

Resolve definitivamente?

Beto e Carlos: Assim como o laser, a fotodepilação é considerada um método duradouro de eliminação dos pelos. Depois de concluído o tratamento pode existir a necessidade de uma manutenção anual.

 

 

Quem pode fazer esta depilação?

Beto e Carlos: A grande maioria da população pode realizar este tipo de tratamento, tanto mulheres como homens. Existem apenas algumas situações nas quais determinadas condições como a gravidez ou ainda determinados medicamentos que contraindicam temporariamente o método.

 

 

Em quantas aplicações se consegue um bom resultado?

Beto e Carlos: Importante saber que este método de depilação é um tratamento no qual os pelos são eliminados pela continuidade das sessões. Geralmente após um período de seis a oito aplicações já se consegue a eliminação dos pelos.

 

 

 

 

 

O bronzeado é prejudicial para quem pretende fazer esta depilação?

Beto e Carlos: O bronzeado é uma contraindicação temporária para o tratamento. Nossa franquia é internacional e leva muito a sério o tratamento e os cuidados com os clientes. Temos uma avaliação rigorosa e até uma equipe médica de suporte aos clientes da rede.

 

 

Pode tomar sol depois de quanto tempo?

Beto e Carlos: Após o tratamento é recomendável evitar o sol por duas semanas.

 

 

E o custo? Comenta-se que é infinitamente mais barato que o laser. É verdade?

Beto e Carlos: Sim, a fotodepilação está ganhando muito espaço e vem crescendo a cada dia, pois é uma técnica muito moderna, com um custo muito acessível e o melhor de tudo: indolor.

 

 

JOGO RÁPIDO

 

 

Roberto Pires

 

 

Um lugar

Minha casa

Um filme

Blade Runner

Uma música

My Way – Sinatra

Um momento

Nascimento de meus filhos

Deus

Família

Porto Seguro

Uma mulher

Minha mãe

Um homem

Meu pai

 

 

Carlos Eduardo

 

 

Um lugar

Fernando de Noronha

Um filme

A Lista de Schindler

Uma música

Coração de Estudante

Um momento

Minha formatura

Deus

Pai

Família

A base de tudo

Uma mulher

Minha mãe

Um homem

Meu pai

 

 

Fotos: Eduardo Romano

 

 

 

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