{"id":29195,"date":"2017-02-05T07:01:34","date_gmt":"2017-02-05T09:01:34","guid":{"rendered":"https:\/\/gilfuentes.com.br\/novo\/?p=29195"},"modified":"2017-02-03T18:05:06","modified_gmt":"2017-02-03T20:05:06","slug":"entre-nos-a-figura-humana-no-acervo-do-masp","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/gilfuentes.com.br\/novo\/entre-nos-a-figura-humana-no-acervo-do-masp","title":{"rendered":"ENTRE N\u00d3S \u2013 A figura humana no acervo do MASP"},"content":{"rendered":"<p><em>Exposi\u00e7\u00e3o leva acervo do MASP, o maior da Am\u00e9rica Latina, ao CCBB do Rio de Janeiro, de Belo Horizonte e Bras\u00edlia; parceria entre as institui\u00e7\u00f5es tem patroc\u00ednio do GRUPO SEGURADOR BANCO DO BRASIL E MAPFRE<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Jacopo Tintoretto, Ecce Homo ou Pilatos apresenta Cristo \u00e0 multid\u00e3o, 1546-47, acervo MASP<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Ao longo da Hist\u00f3ria da Arte, a representa\u00e7\u00e3o da figura humana foi um meio de demonstra\u00e7\u00e3o de poder do Clero e da aristocracia, da adora\u00e7\u00e3o de deuses e santos, da mimetiza\u00e7\u00e3o do real, da transforma\u00e7\u00e3o da sociedade e da pr\u00f3pria arte nos s\u00e9culos 19 e 20. \u00c9 esta diversidade de formas de representa\u00e7\u00e3o que a mostra ENTRE N\u00d3S \u2013 A figura humana no acervo do MASP apresenta ao p\u00fablico carioca a partir de 7 de fevereiro, reunindo mais de 100 obras do maior acervo de arte da Am\u00e9rica Latina no Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro \u2013 CCBB Rio. A exposi\u00e7\u00e3o tem curadoria de Rodrigo Moura e Luciano Migliaccio, da equipe de curadores do MASP, e traz obras dos maiores nomes da arte mundial \u2013 Rafael, Francisco de Goya, Amadeo Modigliani, Vicent Van Gogh, Pablo Picasso, Edgard Degas \u2013 e da arte brasileira: Jos\u00e9 de Almeida J\u00fanior, Anita Malfatti, C\u00e2ndido Portinari, Lasar Segall e Victor Brecheret, entre outros tantos. A mostra tem o patroc\u00ednio do GRUPO SEGURADOR BANCO DO BRASIL E MAPFRE e ser\u00e1 inaugurada no CCBB Rio de Janeiro, seguindo para o CCBB Belo Horizonte e depois para o CCBB Bras\u00edlia.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/gilfuentes.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2017\/02\/1-Francisco-Goya-y-Lucientes-Retrato-da-condessa-de-Casa-Flores-1790-97-Acervo-MASP.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-29196\" alt=\"1-Francisco-Goya-y-Lucientes-Retrato-da-condessa-de-Casa-Flores-1790-97-Acervo-MASP\" src=\"https:\/\/gilfuentes.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2017\/02\/1-Francisco-Goya-y-Lucientes-Retrato-da-condessa-de-Casa-Flores-1790-97-Acervo-MASP.jpg\" width=\"388\" height=\"510\" srcset=\"https:\/\/gilfuentes.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2017\/02\/1-Francisco-Goya-y-Lucientes-Retrato-da-condessa-de-Casa-Flores-1790-97-Acervo-MASP.jpg 388w, https:\/\/gilfuentes.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2017\/02\/1-Francisco-Goya-y-Lucientes-Retrato-da-condessa-de-Casa-Flores-1790-97-Acervo-MASP-190x250.jpg 190w\" sizes=\"auto, (max-width: 388px) 100vw, 388px\" \/><\/a><\/p>\n<p>O pintor e gravador espanhol Francisco Goya y Lucientes est\u00e1 presente com Retrato da condessa de Casa Flores (1790-1797) em di\u00e1logo com A educa\u00e7\u00e3o faz tudo (1775-1780), do franc\u00eas Jean-Honor\u00e9 Fragonard. As obras, em composi\u00e7\u00e3o com dois dos principais nomes da pintura acad\u00eamica brasileira do s\u00e9culo 19 \u2013 Interior com menina que l\u00ea (1876-1886), de Henrique Bernardelli, e O pintor Belmiro de Almeida (s\u00e9culo 19), de Jos\u00e9 Ferraz de Almeida Junior \u2013 evocam o surgimento do Iluminismo europeu e a busca por um ideal civilizat\u00f3rio brasileiro durante o Segundo Reinado.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A partir dos s\u00e9culos 19 e 20, a mimetiza\u00e7\u00e3o do humano \u00e9 o meio pelo qual se trabalham a sensibilidade da cor e da forma, explorando a experi\u00eancia pl\u00e1stica, como na Rosa e azul &#8211; As meninas Cahen d\u00b4Anvers (1881), de Pierre-Auguste-Renoir, e O negro cipi\u00e3o (1866-1868), de Paul C\u00e9zanne, obra que sintetiza os aspectos da pintura moderna.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Nus (1919), da pintora francesa Suzanne Valadon, tem como refer\u00eancia a concep\u00e7\u00e3o da cor puramente decorativa do p\u00f3s-impressionismo e de Matisse para expressar o desejo de liberdade e comunh\u00e3o com a natureza como ideal feminino.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Pablo Picasso, Busto de homem (O atleta), 1909, questiona de maneira provocadora os g\u00eaneros e limites da tradi\u00e7\u00e3o pict\u00f3rica com a figura de um lutador \u2013 provavelmente publicada em jornal. Com o formato de um busto, t\u00edpico da tradi\u00e7\u00e3o heroica comemorativa, o car\u00e1ter do personagem em quest\u00e3o \u00e9 definido a partir de volumes e texturas, como nas culturas grega e africana, que serviram de influ\u00eancia para todos os movimentos art\u00edsticos do in\u00edcio do s\u00e9culo 20.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/gilfuentes.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2017\/02\/4-Vincent-van-Goch-A-arlesiana-1890-Acervo-Masp.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-29199\" alt=\"4-Vincent-van-Goch,-A-arlesiana,-1890-Acervo-Masp\" src=\"https:\/\/gilfuentes.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2017\/02\/4-Vincent-van-Goch-A-arlesiana-1890-Acervo-Masp.jpg\" width=\"425\" height=\"510\" srcset=\"https:\/\/gilfuentes.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2017\/02\/4-Vincent-van-Goch-A-arlesiana-1890-Acervo-Masp.jpg 425w, https:\/\/gilfuentes.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2017\/02\/4-Vincent-van-Goch-A-arlesiana-1890-Acervo-Masp-208x250.jpg 208w\" sizes=\"auto, (max-width: 425px) 100vw, 425px\" \/><\/a><\/p>\n<p>Desta \u00e9poca, a mostra traz, ainda, obras emblem\u00e1ticas de Vincent Van Gogh, A arlesiana (1890); Paul Gauguin, Pobre pescador (1896); Pierre Bonnard, Nu feminino (1930-1933); Amadeo Modigliani, Retrato de Leopold Zborowski (1916-1919), e uma s\u00e9rie de esculturas de Edgar Degas que mostram a evolu\u00e7\u00e3o dos movimentos de uma bailarina &#8211; Bailarina que cal\u00e7a sapatilha direita (1919-1932), Bailarina descansando com as m\u00e3os nos quadris e a perna direita para a frente (1919-1932) e o feminino, como em Mulher gr\u00e1vida (1919-1932) e Mulher saindo da banheira (fragmento), 1919-1932.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/gilfuentes.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2017\/02\/3-Ticiano-Retrato-do-cardeal-Crist\u00f3foro-Madruzzo-1552-Acervo-Masp.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-29198\" alt=\"3-Ticiano,-Retrato-do-cardeal-Crist\u00f3foro-Madruzzo-1552-Acervo-Masp\" src=\"https:\/\/gilfuentes.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2017\/02\/3-Ticiano-Retrato-do-cardeal-Crist\u00f3foro-Madruzzo-1552-Acervo-Masp.jpg\" width=\"288\" height=\"510\" srcset=\"https:\/\/gilfuentes.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2017\/02\/3-Ticiano-Retrato-do-cardeal-Crist\u00f3foro-Madruzzo-1552-Acervo-Masp.jpg 288w, https:\/\/gilfuentes.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2017\/02\/3-Ticiano-Retrato-do-cardeal-Crist\u00f3foro-Madruzzo-1552-Acervo-Masp-141x250.jpg 141w\" sizes=\"auto, (max-width: 288px) 100vw, 288px\" \/><\/a><\/p>\n<p>O Modernismo \u00e9 o momento da institui\u00e7\u00e3o de uma nova identidade nacional, por meio do abandono do academicismo que marcou a arte brasileira no per\u00edodo do Imp\u00e9rio e da Primeira Rep\u00fablica at\u00e9 1922, da explora\u00e7\u00e3o de novas tem\u00e1ticas, que buscam a composi\u00e7\u00e3o do car\u00e1ter nacional, e de t\u00e9cnicas art\u00edsticas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Nas obras de Carlos Prado, Varredores de rua (Os garis), 1935, Roberto Burle Marx, Fuzileiro naval (1938) e Vendedora de flores (1947), obra doada ao museu durante a SP-Arte\/2015, est\u00e3o narradas \u00e0 realidade do povo diante das injusti\u00e7as do pa\u00eds, assim como Candido Portinari, com S\u00e3o Francisco (1941) e Maria Auxiliadora da Silva, com Capoeira (1970), que narram tra\u00e7os da cultura popular brasileira.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Nomes referenciais do movimento trazem retratos de figuras importantes do mesmo. \u00c9 o caso do Retrato de Tarsila, de Anita Malfatti, e o Retrato de Assis Chateaubriand, criador do MASP, por Fl\u00e1vio de Carvalho.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>As marcas dos intensos conflitos sociais e pol\u00edticos do in\u00edcio do s\u00e9culo 20 est\u00e3o nas obras do pintor e muralista mexicano Diego Rivera, O carregador (Las Ilusiones), 1944, e Guerra (1942), de Lasar Segall, imigrante judeu da Litu\u00e2nia que se muda para o Brasil no in\u00edcio do s\u00e9culo 20. Como \u00e9 o caso tamb\u00e9m do pintor \u00edtalo-alem\u00e3o Ernesto de Fiori, que deixa a Alemanha fugindo da repress\u00e3o nazista e se torna um nome influente do modernismo brasileiro dos anos 1930 e 1940. Do artista, a mostra apresenta a obra Duas amigas (1943).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Um dos artistas mais importantes do modernismo brasileiro, o escultor de origem italiana Victor Brecheret, criador do Monumento \u00e0s Bandeiras, marco das celebra\u00e7\u00f5es do quarto centen\u00e1rio da cidade de S\u00e3o Paulo, est\u00e1 representado por seu Autorretrato (1940).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A cria\u00e7\u00e3o de um acervo fotogr\u00e1fico tamb\u00e9m tem sido uma constante na hist\u00f3ria do museu, que as sistematizou, entre 1991 e 2012, por meio das doa\u00e7\u00f5es da cole\u00e7\u00e3o Pirelli MASP, com trabalhos de fot\u00f3grafos brasileiros ou que possuam liga\u00e7\u00f5es com o Brasil. \u00c9 o caso da fot\u00f3grafa de origem su\u00ed\u00e7a Claudia Andujar, cuja s\u00e9rie Yanomami (1974), feita a partir de longos per\u00edodos de imers\u00e3o nesta cultura ind\u00edgena, dialoga na mostra com a fotografia de Jo\u00e3o Musa, Barbara Wagner, Miguel Rio Branco e Luiz Braga.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Movimento fundamental para a eleva\u00e7\u00e3o da fotografia \u00e0 categoria de arte, o Foto Cine Clube Bandeirante, fundado em 1939, fomentou e divulgou a obra de autores como Geraldo de Barros, Menina do leite (1946), e Antonio Ferreira Filho, Naquele tempo&#8230; (sem data).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Os desenhos de Albino Braz, parte do n\u00facleo de 102 obras doadas ao MASP em 1974 pelo psiquiatra Os\u00f3rio C\u00e9sar, foram realizados por pacientes do Hospital Psiqui\u00e1trico do Juquery, no contexto da Escola Livre de Artes Pl\u00e1sticas. Outrora consideradas \u201carte dos alienados\u201d, essas obras foram reclassificadas e, enquanto arte brasileira, receberam sua primeira exposi\u00e7\u00e3o no Museu em \u201cHist\u00f3rias da Loucura: Desenhos do Juquery\u201d.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Artistas contempor\u00e2neas tamb\u00e9m integram a mostra, refor\u00e7ando o car\u00e1ter do museu em estar aberto a novas m\u00eddias, suportes e linguagens da arte. Uma sala apresenta o v\u00eddeo Nada \u00c9 (2014), do artista Yuri Firmeza. Pertencente \u00e0 s\u00e9rie Ru\u00ednas, o v\u00eddeo mostra diferentes momentos da hist\u00f3ria da cidade de Alc\u00e2ntara, no Maranh\u00e3o, e a documenta\u00e7\u00e3o da Festa do Divino. Trabalho (2013-16), de Thiago Hon\u00f3rio, \u00e9 uma instala\u00e7\u00e3o que se apropria de ferramentas recebidas como presente de oper\u00e1rios durante a reforma de um espa\u00e7o no qual o artista participava de uma resid\u00eancia art\u00edstica, transformando-as em esculturas que metaforizam o corpo dos trabalhadores.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A mostra, com patroc\u00ednio do Grupo Segurador Banco do Brasil e Mapfre, se encerra com a instala\u00e7\u00e3o de Nelson Leirner, Adora\u00e7\u00e3o (Altar para Roberto Carlos), 1966, que remete a uma nova forma de sagrado nos dias de hoje.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>MASP no CCBB: A figura humana atrav\u00e9s dos tempos \u2013 \u00c1frica, Am\u00e9ricas e Europa<\/p>\n<p>Local: Centro Cultural do Banco do Brasil | CCBB Rio de Janeiro<\/p>\n<p>Abertura: 7 de fevereiro, das 9 \u00e0s 21h<\/p>\n<p>Per\u00edodo expositivo: de 8 de fevereiro a 10 de abril<\/p>\n<p>Endere\u00e7o: Rua Primeiro de Mar\u00e7o, 66<\/p>\n<p>Telefone: +55 21 3808-2020<\/p>\n<p>Hor\u00e1rio de funcionamento: de quarta a segunda, das 9h \u00e0s 21h.<\/p>\n<p>Gratuito<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Exposi\u00e7\u00e3o leva acervo do MASP, o maior da Am\u00e9rica Latina, ao CCBB do Rio de Janeiro, de Belo Horizonte e [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":29197,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[5],"tags":[],"class_list":["post-29195","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-coluna"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/gilfuentes.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/29195","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/gilfuentes.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/gilfuentes.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gilfuentes.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gilfuentes.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=29195"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/gilfuentes.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/29195\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":29201,"href":"https:\/\/gilfuentes.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/29195\/revisions\/29201"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gilfuentes.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/29197"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/gilfuentes.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=29195"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/gilfuentes.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=29195"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/gilfuentes.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=29195"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}