{"id":37382,"date":"2018-09-16T07:01:58","date_gmt":"2018-09-16T10:01:58","guid":{"rendered":"https:\/\/gilfuentes.com.br\/novo\/?p=37382"},"modified":"2018-09-14T17:18:23","modified_gmt":"2018-09-14T20:18:23","slug":"cachaca-as-5-cachacas-mais-caras-do-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/gilfuentes.com.br\/novo\/cachaca-as-5-cachacas-mais-caras-do-brasil","title":{"rendered":"Cacha\u00e7a &#8211; As 5 cacha\u00e7as mais caras do Brasil"},"content":{"rendered":"<p><em>A bebida ganhou status de bebida nobre. Os pre\u00e7os de alguns r\u00f3tulos n\u00e3o nos deixam mentir<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Voc\u00ea pode at\u00e9 n\u00e3o saber disso, mas o Brasil comemora no dia 13 de setembro o Dia Nacional da Cacha\u00e7a. Como mostramos por aqui, o destilado ganhou status de bebida chique no Brasil nos \u00faltimos anos, roubando at\u00e9 o lugar do vinho na companhia do queijo. Saiba tamb\u00e9m que ela est\u00e1 cada vez mais cara.<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Cacha\u00e7a era conhecida como &#8216;caga\u00e7a&#8217; e tem mais de 500 anos<\/p>\n<p>A bebida \u00e9 t\u00e3o importante que tem at\u00e9 seu pr\u00f3prio dia: 13 de setembro<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/gilfuentes.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/2-cacha\u00e7a.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-37384\" src=\"https:\/\/gilfuentes.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/2-cacha\u00e7a.jpg\" alt=\"\" width=\"734\" height=\"510\" srcset=\"https:\/\/gilfuentes.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/2-cacha\u00e7a.jpg 734w, https:\/\/gilfuentes.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/2-cacha\u00e7a-360x250.jpg 360w\" sizes=\"auto, (max-width: 734px) 100vw, 734px\" \/><\/a><\/p>\n<p>Paix\u00e3o nacional para muitos brasileiros, a cacha\u00e7a \u00e9 o ingrediente principal da famosa caipirinha e de outros drinques consumidos em todo o pa\u00eds. A bebida \u00e9 t\u00e3o importante que tem at\u00e9 seu pr\u00f3prio dia: 13 de setembro.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A data faz refer\u00eancia ao dia em que a corte portuguesa assinou a permiss\u00e3o para a comercializa\u00e7\u00e3o da cacha\u00e7a no Brasil, em 1661, impulsionada pela Revolta da Cacha\u00e7a, que levou \u00e0 legaliza\u00e7\u00e3o da bebida. Ela tamb\u00e9m \u00e9 a primeira destilada das Am\u00e9ricas e apareceu antes do rum, da tequila e do pisco.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O IBRAC (Instituto Brasileiro da Cacha\u00e7a) afirma que a cacha\u00e7a \u00e9 s\u00edmbolo do Brasil porque somente o pa\u00eds tem uma grande diversidade de madeiras para envelhecer a cacha\u00e7a. &#8220;Uma aguardente do Paraguai \u00e9 totalmente diferente da brasileira, o bioma do Brasil nos faz ter sabores e aromas \u00fanicos para a cacha\u00e7a brasileira&#8221;, conta Leandro Dias, diretor da Escola da Cacha\u00e7a.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>De origem incerta, j\u00e1 que h\u00e1 ao menos tr\u00eas vers\u00f5es segundo especialistas, a bebida \u00e9 associada a um engenho de a\u00e7\u00facar do extenso litoral brasileiro. H\u00e1 registros hist\u00f3ricos de que a feitoria de Itamarac\u00e1, em Pernambuco, j\u00e1 produzia cacha\u00e7a, em 1516. Tamb\u00e9m existem suspeitas de que a cacha\u00e7a teria surgido em Porto Seguro, na costa do descobrimento do Brasil, em 1520.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/gilfuentes.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/8-cacha\u00e7a.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-37390\" src=\"https:\/\/gilfuentes.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/8-cacha\u00e7a.jpg\" alt=\"\" width=\"734\" height=\"510\" srcset=\"https:\/\/gilfuentes.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/8-cacha\u00e7a.jpg 734w, https:\/\/gilfuentes.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/8-cacha\u00e7a-360x250.jpg 360w\" sizes=\"auto, (max-width: 734px) 100vw, 734px\" \/><\/a><\/p>\n<p>A vers\u00e3o mais aceita por historiadores, por\u00e9m, data a cacha\u00e7a de 1532, ano em que o nobre portugu\u00eas Martim Afonso de Souza trouxe para S\u00e3o Vicente as primeiras mudas de cana-de-a\u00e7\u00facar plantadas no estado de S\u00e3o Paulo. Se a origem gera d\u00favida, o processo de produ\u00e7\u00e3o da bebida tamb\u00e9m tem mais de uma vers\u00e3o. Uma delas \u00e9 baseada no h\u00e1bito de os portugueses de tomarem a bagaceira, esp\u00e9cie de destilado produzido a partir da casca de uva.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>No processo, os lusitanos improvisavam uma bebida a partir da fermenta\u00e7\u00e3o e destila\u00e7\u00e3o de derivados do caldo da cana, que produzia o mesmo efeito prazeroso do destilado da casca. Existe ainda a vers\u00e3o de que, durante a fervura da garapa para fazer o a\u00e7\u00facar, surgia uma espuma que era retirada dos tachos e jogada nos cochos dos animais. Com o tempo, o l\u00edquido fermentava e transformava-se num caldo, a que se dava o nome de &#8216;caga\u00e7a&#8217;, que parecia revigorar o gado que o consumia.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Inspirados, os escravos come\u00e7aram a imitar o processo para consumo pr\u00f3prio, que logo foi seguido pelos portugueses e se espalhou por todo o territ\u00f3rio nacional com o nome de cacha\u00e7a. Por\u00e9m, a bebida tem mais de 600 apelidos, como &#8216;\u00e1gua que passarinho n\u00e3o bebe&#8217;, &#8216;pinga&#8217;, &#8216;branquinha&#8217;. No interior do Nordeste, por exemplo, h\u00e1 quem a chame de &#8216;homeopatia&#8217;. J\u00e1 para o professor e sommelier de cacha\u00e7a, Jairo Martins, a palavra cacha\u00e7a teria origem do castelhano &#8216;cachaza&#8217;, vinho que era feito do baga\u00e7o de uva de qualidade rudimentar. Por lei, ele afirma que s\u00f3 se pode chamar de cacha\u00e7a a bebida produzida em territ\u00f3rio brasileiro. Se for feita fora, ela \u00e9 chamada de aguardente de cana.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&#8220;A cacha\u00e7a tradicional brasileira n\u00e3o pode conter qualquer tipo de infus\u00e3o, como frutas e ervas, e deve possuir de 38% a 48% de \u00e1lcool&#8221;, afirma Nelson Duarte, mestre cachaceiro da Ypi\u00f3ca. A bebida deve ser exclusivamente feita de caldo de cana fresco, isto \u00e9, a cana deve ser cortada e processada at\u00e9 24 horas ap\u00f3s a colheita.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Al\u00e9m da tradicional, o Brasil ainda possui tr\u00eas outros tipos de cacha\u00e7a. A ado\u00e7ada, com adi\u00e7\u00e3o de a\u00e7\u00facar; a armazenada que mant\u00e9m a bebida em ton\u00e9is de madeira; e a envelhecida com, no m\u00ednimo, 50% dela estocada por um per\u00edodo superior a um ano.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A cacha\u00e7a, segundo o IBRAC, \u00e9 um dos quatro destilados mais consumidos mundialmente. No Brasil, a bebida \u00e9 a segunda mais consumida e representa 72% do mercado de destilados, com mais de 4.000 marcas e cerca de 1.500 produtores registrados no Minist\u00e9rio da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Abastecimento.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Os principais estados produtores s\u00e3o: S\u00e3o Paulo, Pernambuco, Cear\u00e1, Minas Gerais e Para\u00edba. Em 2017, o Brasil produziu cerca de 8,75 milh\u00f5es de litros de cacha\u00e7a, que foi exportada para mais de 60 pa\u00edses, gerando receita de US$ 15,8 milh\u00f5es (R$ 65 milh\u00f5es).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Fonte: Folhapress<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/gilfuentes.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/3-Vale-Verde-18-anos.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-37385\" src=\"https:\/\/gilfuentes.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/3-Vale-Verde-18-anos.jpg\" alt=\"\" width=\"734\" height=\"510\" srcset=\"https:\/\/gilfuentes.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/3-Vale-Verde-18-anos.jpg 734w, https:\/\/gilfuentes.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/3-Vale-Verde-18-anos-360x250.jpg 360w\" sizes=\"auto, (max-width: 734px) 100vw, 734px\" \/><\/a><\/p>\n<p><strong>Cacha\u00e7a Vale Verde \u2013 18 anos \u2013 Edi\u00e7\u00e3o Exclusiva &#8211; R$ 3 mil<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O nome j\u00e1 diz tudo: envelhecida por 18 anos, a cacha\u00e7a \u00e9 a bebida mais valiosa da linha Premium da marca Vale Verde. Pagando \u00e0 vista, voc\u00ea consegue um desconto de cerca de R$ 100.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/gilfuentes.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/4-Vale-Verde-12-anos.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-37386\" src=\"https:\/\/gilfuentes.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/4-Vale-Verde-12-anos.jpg\" alt=\"\" width=\"380\" height=\"510\" srcset=\"https:\/\/gilfuentes.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/4-Vale-Verde-12-anos.jpg 380w, https:\/\/gilfuentes.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/4-Vale-Verde-12-anos-186x250.jpg 186w\" sizes=\"auto, (max-width: 380px) 100vw, 380px\" \/><\/a><\/p>\n<p><strong>Cacha\u00e7a Vale Verde \u2013 Edi\u00e7\u00e3o Presente 12 anos &#8211; R$ 724<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Da mesma marca da primeira colocada, a edi\u00e7\u00e3o envelhecida por 12 anos em barris de carvalho em Minas Gerais tem uma garrafa rechonchuda, onde cabem 700 ml de quase puro \u00e1lcool (40%).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/gilfuentes.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/5-Havana.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-37387\" src=\"https:\/\/gilfuentes.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/5-Havana.jpg\" alt=\"\" width=\"380\" height=\"510\" srcset=\"https:\/\/gilfuentes.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/5-Havana.jpg 380w, https:\/\/gilfuentes.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/5-Havana-186x250.jpg 186w\" sizes=\"auto, (max-width: 380px) 100vw, 380px\" \/><\/a><\/p>\n<p><strong>Cacha\u00e7a Havana &#8211; R$ 650<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Com 45% de teor alc\u00f3olico, a cacha\u00e7a \u00e9 envelhecida por 10 anos em Salinas (MG) em uma fazenda de mesmo nome, cujo dono se chamava An\u00edsio Santiago (guarde esse nome). Criada em 1946, a bebida \u00e9 considerada por muitos a melhor do g\u00eanero no Brasil.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/gilfuentes.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/6-An\u00edsio-Santiago.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-37388\" src=\"https:\/\/gilfuentes.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/6-An\u00edsio-Santiago.jpg\" alt=\"\" width=\"380\" height=\"510\" srcset=\"https:\/\/gilfuentes.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/6-An\u00edsio-Santiago.jpg 380w, https:\/\/gilfuentes.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/6-An\u00edsio-Santiago-186x250.jpg 186w\" sizes=\"auto, (max-width: 380px) 100vw, 380px\" \/><\/a><\/p>\n<p><strong>Cacha\u00e7a An\u00edsio Santiago &#8211; A Lenda R$ 446<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Al\u00e9m da Havana, An\u00edsio Santiago (morto em 2002) ganhou uma cacha\u00e7a em sua homenagem. Com 47% de teor alc\u00f3olico, a aguardente tamb\u00e9m figura entre os rankings de revistas especializadas em bebidas como uma das melhores do pa\u00eds.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/gilfuentes.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/7-Armaz\u00e9m-Vieira.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-37389\" src=\"https:\/\/gilfuentes.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/7-Armaz\u00e9m-Vieira.jpg\" alt=\"\" width=\"380\" height=\"510\" srcset=\"https:\/\/gilfuentes.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/7-Armaz\u00e9m-Vieira.jpg 380w, https:\/\/gilfuentes.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/7-Armaz\u00e9m-Vieira-186x250.jpg 186w\" sizes=\"auto, (max-width: 380px) 100vw, 380px\" \/><\/a><\/p>\n<p><strong>Cacha\u00e7a Armaz\u00e9m Vieira \u2013 \u00d4nix &#8211; R$ 422<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Envelhecida por 12 anos em Santa Catarina, a \u00d4nix \u00e9 a cacha\u00e7a de luxo da marca. Trata-se de uma bebida mais clara e de sabor mais leve que as outras. O segredo, diz a destilaria, est\u00e1 nos barris de aririb\u00e1 e gr\u00e1pia, que n\u00e3o deixam marcas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A bebida ganhou status de bebida nobre. 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