{"id":54038,"date":"2025-12-12T12:06:44","date_gmt":"2025-12-12T15:06:44","guid":{"rendered":"https:\/\/gilfuentes.com.br\/novo\/?p=54038"},"modified":"2025-12-12T12:12:07","modified_gmt":"2025-12-12T15:12:07","slug":"2025-em-cena","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/gilfuentes.com.br\/novo\/2025-em-cena","title":{"rendered":"2025 Em Cena"},"content":{"rendered":"<p><i>Espet\u00e1culo &#8220;Mural da Mem\u00f3ria&#8221; \u00e9 apresentado nesta semana na mostra &#8220;2025 Em Cena&#8221;. Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o.<\/i><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A Prefeitura de S\u00e3o Paulo, por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa, apresenta a segunda semana da mostra tradicional de teatro &#8220;Em Cena 2025&#8221;, que traz alguns dos principais espet\u00e1culos deste ano, que reuniram cerca de 1 milh\u00e3o de pessoas durante o ano, em temporada pelo pa\u00eds.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Nesta semana, os destaques s\u00e3o &#8220;Restinga de Canudos&#8221;, &#8220;Pai contra m\u00e3e ou voc\u00ea est\u00e1 me ouvindo&#8221;, &#8220;Mural da mem\u00f3ria&#8221;, &#8220;Um cl\u00e1ssico: matou a fam\u00edlia e foi ao cinema&#8221;, &#8220;L\u00edngua&#8221;, &#8220;Serei sereia?&#8221; e &#8220;Cidade brinquedo&#8221;. A programa\u00e7\u00e3o volta nesta sexta (12), nos teatros Alfredo Mesquita, Arthur Azevedo, Cacilda Becker e Paulo Eir\u00f3\u00a0<i>(hor\u00e1rios e datas abaixo)<\/i>.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Na sexta (12), o Teatro Alfredo Mesquita apresenta &#8220;Restinga de Canudos&#8221;, \u00e0s 20h e tamb\u00e9m no s\u00e1bado (13), no mesmo hor\u00e1rio. No domingo (14), a pe\u00e7a come\u00e7a \u00e0s 19h. Ela conta a hist\u00f3ria de Canudos, para al\u00e9m da vis\u00e3o de Euclides da Cunha e da narrativa do massacre.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ul>\n<li><a href=\"https:\/\/prefeitura.sp.gov.br\/w\/prefeitura-realiza-a-mostra-2025-em-cena-com-21-espet%C3%A1culos-gratuitos\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><strong><u>Prefeitura realiza a mostra &#8220;2025 Em Cena&#8221; com 21 espet\u00e1culos gratuitos<\/u><\/strong><\/a><\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O Teatro Paulo Eir\u00f3 chega com &#8220;Pai contra m\u00e3e ou voc\u00ea est\u00e1 me ouvindo&#8221;, sexta (12) e s\u00e1bado (13), \u00e0s 21h e domingo (14), \u00e0s 19h, que conta a hist\u00f3ria de Za\u00edra, uma mulher desempregada que sofre uma acusa\u00e7\u00e3o infundada de roubo e Osvaldo, que acabou de conseguir emprego em um supermercado.<br \/>\nTamb\u00e9m no Teatro Arthur Azevedo, no s\u00e1bado (13) e domingo (14), \u00e0s 20h, come\u00e7a &#8220;Mural da mem\u00f3ria&#8221;, que conta que quando os desaparecimentos ocorridos na Ditadura come\u00e7am a ser julgados, um General 4 Estrelas \u00e9 o primeiro a responder e os depoimentos de tr\u00eas testemunhas, um locutor de r\u00e1dio, uma militante da luta armada e uma prostituta travesti, se entrela\u00e7am.<br \/>\nTamb\u00e9m tem programa\u00e7\u00e3o infantil no s\u00e1bado (13) e domingo (14), \u00e0s 16h, no Teatro Arthur Azevedo, com &#8220;Serei sereia?&#8221; em que Ina\u00ea nasceu sem poder andar e sua m\u00e3e conta uma hist\u00f3ria em que, Ina\u00ea \u00e9 uma sereia, e por isso jamais poderia andar como os humanos, narrando a trajet\u00f3ria da menina no caminho do entendimento dos limites entre a fantasia e realidade, bem como a luta da sua m\u00e3e para que ela se fortale\u00e7a e possa crescer de forma forte e saud\u00e1vel.<br \/>\n<strong>Escrito por: Camila Quaresma | Revisado por: Suzane Rodrigues<\/strong><\/p>\n<p><strong>Confira todas as atra\u00e7\u00f5es datas:<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Atra\u00e7\u00e3o: Restinga de Canudos<\/strong><\/p>\n<p><strong>Quando:\u00a0<\/strong>Sexta (12) e s\u00e1bado (13), \u00e0s 20h e domingo (14), \u00e0s 19h<\/p>\n<p><strong>Onde:\u00a0<\/strong>Teatro Alfredo Mesquita, Av. Santos Dumont, 1770 &#8211; Santana<\/p>\n<p><strong>Sinopse:\u00a0<\/strong>A Cia do Tijolo enxerga as ru\u00ednas de Canudos, cidade submersa, e mergulha nas \u00e1guas do a\u00e7ude de Cocorob\u00f3 em busca das hist\u00f3rias de suas gentes. Para al\u00e9m da vis\u00e3o de Euclides da Cunha e da narrativa do massacre, o espet\u00e1culo recria, a partir dos olhos de duas professoras, uma comunidade viva, forte, pr\u00f3spera e vitoriosa na inven\u00e7\u00e3o de formas pr\u00f3prias de exist\u00eancia. Restinga de Canudos traz professoras, beatos fazendo reza, guerra e festa numa Canudos recriada para o tempo presente.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Atra\u00e7\u00e3o: Pai contra m\u00e3e ou voc\u00ea est\u00e1 me ouvindo<\/strong><\/p>\n<p><strong>Quando:\u00a0<\/strong>Sexta (12) e s\u00e1bado (13), \u00e0s 21h e domingo (14), \u00e0s 19h<\/p>\n<p><strong>Onde:\u00a0<\/strong>Teatro Paulo Eir\u00f3, Avenida Adolfo Pinheiro, 765 &#8211; Santo Amaro<\/p>\n<p><strong>Sinopse:\u00a0<\/strong>Um narrador nos conta a hist\u00f3ria de Za\u00edra da Concei\u00e7\u00e3o, mulher, negra, retinta, gr\u00e1vida, e de Osvaldo, homem, negro, que acabou de se tornar pai. Uma est\u00e1 desempregada, outro acabara de conseguir emprego em uma rede de varejo. Za\u00edra sofre uma acusa\u00e7\u00e3o infundada de roubo no supermercado. Za\u00edra e Osvaldo, ent\u00e3o, pai contra m\u00e3e lutam.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Atra\u00e7\u00e3o: Mural da mem\u00f3ria<\/strong><\/p>\n<p><strong>Quando:\u00a0<\/strong>S\u00e1bado (13) e domingo (14), \u00e0s 20h<\/p>\n<p><strong>Onde:\u00a0<\/strong>Teatro Arthur Azevedo, Av. Paes de Barros, 955 &#8211; Alto da Mooca<\/p>\n<p><strong>Sinopse:\u00a0<\/strong>Quando a Lei de Anistia \u00e9 revogada, os desaparecimentos ocorridos na Ditadura come\u00e7am a ser julgados e um General 4 Estrelas \u00e9 o primeiro a responder diante do tribunal. Pelos depoimentos das testemunhas, conhecemos hist\u00f3rias de tr\u00eas pessoas completamente diferentes entre si: um locutor de r\u00e1dio, uma militante da luta armada e uma prostituta travesti. Suas vidas se entrela\u00e7am numa dramaturgia muralista que conclui a pesquisa de 11 anos do LABTD.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Atra\u00e7\u00e3o: Um cl\u00e1ssico: matou a fam\u00edlia e foi ao cinema<\/strong><\/p>\n<p><strong>Quando:\u00a0<\/strong>Sexta (12), s\u00e1bado (13) e domingo (14), \u00e0s 17h<\/p>\n<p><strong>Onde:\u00a0<\/strong>Teatro Arthur Azevedo, Av. Paes de Barros, 955 &#8211; Alto da Mooca<\/p>\n<p><strong>Sinopse:\u00a0<\/strong>Em um pa\u00eds onde cinemas se transformaram em igrejas pentecostais, dois filmes brasileiros pioneiros, lan\u00e7ados em 1968 e 1969, abordam temas homoafetivos. Essas hist\u00f3rias pertencem a um passado conservador em preto e branco ou s\u00e3o press\u00e1gios de um presente tingido de sangue? Os cl\u00e1ssicos de J\u00falio Bressane e Djalma Limongi (1950-2023) se encontram na fric\u00e7\u00e3o entre cinema e teatro, dando forma a uma experi\u00eancia \u00fanica. O p\u00fablico recria a narrativa, mesclando o que foi filmado com o que acontece ao vivo. Dois filmes, uma pe\u00e7a, duas mulheres, dois homens e um narrador entrela\u00e7am passado e presente na busca por um futuro mais diverso.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Atra\u00e7\u00e3o: L\u00edngua<\/strong><\/p>\n<p><strong>Quando:\u00a0<\/strong>S\u00e1bado (13), \u00e0s 18h e 21h e domingo (14), \u00e0s 19h<\/p>\n<p><strong>Onde:\u00a0<\/strong>Teatro Cacilda Becker, R. Tito, 295 &#8211; Lapa<\/p>\n<p><strong>Sinopse:\u00a0<\/strong>Em &#8220;L\u00edngua&#8221;, uma m\u00e3e prepara uma festa de anivers\u00e1rio para seu filho surdo que cresceu rodeado de pessoas ouvintes. O encontro, que re\u00fane um pequeno grupo de amigos do rapaz, revela n\u00e3o s\u00f3 afetos, dilemas e a diferen\u00e7a cultural entre eles. Al\u00e9m disso, convida-nos a perceber como lidamos com a dist\u00e2ncia entre aquilo que se sente e a tentativa de diz\u00ea-lo.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Atra\u00e7\u00e3o: Serei sereia?<\/strong><\/p>\n<p><strong>Quando:\u00a0<\/strong>S\u00e1bado (13) e domingo (14), \u00e0s 16h<\/p>\n<p><strong>Onde:\u00a0<\/strong>Teatro Arthur Azevedo, Av. Paes de Barros, 955 &#8211; Alto da Mooca<\/p>\n<p><strong>Sinopse:\u00a0<\/strong>A menina Ina\u00ea nasceu com um grande desafio: ela n\u00e3o pode andar. Sua m\u00e3e, ent\u00e3o, conta uma hist\u00f3ria em que, Ina\u00ea \u00e9 uma sereia, e por isso jamais poderia andar como os humanos. A Cia, com sens\u00edvel poesia, contar\u00e1 a trajet\u00f3ria da menina no caminho do entendimento dos limites entre a fantasia e realidade, bem como a luta da sua m\u00e3e para que ela se fortale\u00e7a e possa crescer de forma forte e saud\u00e1vel.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Atra\u00e7\u00e3o: Cidade brinquedo<\/strong><\/p>\n<p><strong>Quando:\u00a0<\/strong>S\u00e1bado (13) e domingo (14), \u00e0s 16h<\/p>\n<p><strong>Onde:\u00a0<\/strong>Teatro Paulo Eir\u00f3, Avenida Adolfo Pinheiro, 765 &#8211; Santo Amaro<\/p>\n<p><strong>Sinopse:\u00a0<\/strong>Um dia, um conjunto de crian\u00e7as convidou o grupo Esparrama a imaginar: &#8220;E se a cidade fosse um brinquedo?&#8221; Viver onde se brinca, brincar onde se convive. Inventar, festejar e acolher as v\u00e1rias formas de existir, enquanto compartilhamos um brinquedo do tamanho da cidade inteira. Ou seja, inaugurar a CIDADE-BRINQUEDO! Para isso, o grupo de palha\u00e7os abre um &#8220;portal das novas ideias&#8221; no meio da cidade e transforma o espet\u00e1culo em um verdadeiro experimento, uma ocupa\u00e7\u00e3obrinquedo, guiada pelo lema: &#8220;Brincar, brincar, brincar at\u00e9 a cidade virar brinquedo!&#8221;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Atra\u00e7\u00e3o: Favela de barro &#8211; inst\u00e1veis moradias em queda<\/strong><\/p>\n<p><strong>Quando:\u00a0<\/strong>19 e 20 de dezembro, \u00e0s 21h e 21, \u00e0s 19h<\/p>\n<p><strong>Onde:\u00a0<\/strong>Teatro Cacilda Becker, R. Tito, 295 &#8211; Lapa<\/p>\n<p><strong>Sinopse:\u00a0<\/strong>&#8220;Minha av\u00f3 disse mangue-preto tamb\u00e9m \u00e1gua&#8230;&#8221; Da planta espinhenta a lugar de muitos povos, o espet\u00e1culo em processo &#8220;Favela de Barro &#8211; Inst\u00e1veis Moradias em Queda&#8221; se estrutura por meio da pesquisa, cria\u00e7\u00e3o coletiva e montagem em espa\u00e7o alternativo trabalhando as tem\u00e1ticas perif\u00e9ricas que envolvem a forma\u00e7\u00e3o do territ\u00f3rio das favelas, o processo de desapropria\u00e7\u00e3o das terras, as heran\u00e7as \u00e9tnico-culturais e seus reflexos nos cotidianos das cidades. No ato circular movido pelos elementos, as m\u00faltiplas linguagens s\u00e3o ferramentas de constru\u00e7\u00e3o da pe\u00e7a teatral, que tamb\u00e9m busca tencionar as no\u00e7\u00f5es tradicionais do fazer teatral. Afinal, somos Corpos-Favelas pulsando, 013 Cubat\u00e3o no verso, pouco tempo pra entender que aqui nois \u00e9 de verdade.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Atra\u00e7\u00e3o: Dois papas<\/strong><\/p>\n<p><strong>Quando:\u00a0<\/strong>19 e 20 de dezembro, \u00e0s 20h e 21, \u00e0s 19h<\/p>\n<p><strong>Onde:\u00a0<\/strong>Teatro Arthur Azevedo, Av. Paes de Barros, 955 &#8211; Alto da Mooca<\/p>\n<p><strong>Sinopse:\u00a0<\/strong>O cardeal argentino Jorge Bergoglio est\u00e1 decidido a pedir sua aposentadoria devido a diverg\u00eancias sobre a forma como o Papa Bento XVI tem conduzido a Igreja. No entanto, ele \u00e9 surpreendido por um convite pessoal que mudar\u00e1 seu destino: um encontro com o pr\u00f3prio Papa. Bento XVI considera renunciar ao papado devido \u00e0s crescentes press\u00f5es e desafios enfrentados pela institui\u00e7\u00e3o. Eis que Bergoglio, antes de anunciar sua sa\u00edda, emerge como um candidato improv\u00e1vel para sua sucess\u00e3o. Agora, juntos, eles precisam superar suas diferen\u00e7as e trilhar um novo caminho. Nesse encontro fascinante, vis\u00f5es de mundo se chocam e segredos s\u00e3o compartilhados. A trama, ent\u00e3o, segue por um rumo inesperado e Bergoglio se depara com uma oportunidade que pode alterar o curso da Igreja.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Atra\u00e7\u00e3o: Pe\u00e7a para salvar o mundo<\/strong><\/p>\n<p><strong>Quando:\u00a0<\/strong>19 e 20 de dezembro, \u00e0s 21h e 21, \u00e0s 18h<\/p>\n<p><strong>Onde:\u00a0<\/strong>Teatro Arthur Azevedo, Av. Paes de Barros, 955 &#8211; Alto da Mooca<\/p>\n<p><strong>Sinopse:\u00a0<\/strong>Uma m\u00e1quina foi programada para salvar a humanidade de sua autodestrui\u00e7\u00e3o, e precisa coletar informa\u00e7\u00f5es do p\u00fablico a fim de criar estrat\u00e9gias para enfrentar os desafios mais urgentes da humanidade como epidemias, crise clim\u00e1tica, intoler\u00e2ncia social e a incerteza quanto ao futuro. Para isso, se comunica com o p\u00fablico atrav\u00e9s de um avatar que vai assumindo fei\u00e7\u00f5es de rob\u00f4, mulher, homem, crian\u00e7a e idosa. Ele vai mudando e se adaptando aos temas e ambientes. Este avatar quer aprender a sentir, e colhe depoimentos dos espectadores (que quiserem) numa conversa intimista e informal.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Atra\u00e7\u00e3o: Derrama<\/strong><\/p>\n<p><strong>Quando:\u00a0<\/strong>19, 20 e 21 de dezembro, \u00e0s 17h<\/p>\n<p><strong>Onde:\u00a0<\/strong>Teatro Alfredo Mesquita, Av. Santos Dumont, 1770 &#8211; Santana<\/p>\n<p><strong>Sinopse:\u00a0<\/strong>Derrama \u00e9 um espet\u00e1culo musical que traz um olhar po\u00e9tico sobre \u00e1guas e tempo, tra\u00e7ando um paralelo entre o universo feminino e os rios.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Atra\u00e7\u00e3o: Podemos voar sem asas<\/strong><\/p>\n<p><strong>Quando:\u00a0<\/strong>20 e 21 de dezembro, \u00e0s 16h<\/p>\n<p><strong>Onde:\u00a0<\/strong>Teatro Cacilda Becker, R. Tito, 295 &#8211; Lapa<\/p>\n<p><strong>Sinopse:\u00a0<\/strong>A pe\u00e7a, um espet\u00e1culo teatral com bonecos, conta a hist\u00f3ria de uma princesa cadeirante, a Princesa Tet\u00ea, que sonha em voar e ver o mundo para conhecer novas hist\u00f3rias. Vivendo em uma cadeira de rodas, ela n\u00e3o consegue ir para muito longe, mas com o intuito de agradar sua filha, o Rei Lel\u00ea e a Rainha Siss\u00ed convocam artistas e contadores de hist\u00f3rias de v\u00e1rias partes do mundo para trazer alegria para a princesa. Assim, a Princesa Tet\u00ea embarca em uma jornada m\u00e1gica e multicultural.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Atra\u00e7\u00e3o: O S\u00edtio do Vov\u00f4 Hermeto<\/strong><\/p>\n<p><strong>Quando:\u00a0<\/strong>20 e 21 de dezembro, \u00e0s 16h<\/p>\n<p><strong>Onde:\u00a0<\/strong>Teatro Alfredo Mesquita, Av. Santos Dumont, 1770 &#8211; Santana<\/p>\n<p><strong>Sinopse:\u00a0<\/strong>Espet\u00e1culo h\u00edbrido que combina m\u00fasica ao vivo, teatro de bonecos e dan\u00e7a para apresentar \u00e0s crian\u00e7as a obra l\u00fadica do m\u00fasico Hermeto Pascoal, celebrando a criatividade a partir da natureza e da inf\u00e2ncia.<\/p>\n<p>Criado pelo Silencie Coletivo Percussivo, o musical traz uma narrativa sem falas que envolve m\u00fasica, dan\u00e7a e teatro de formas animadas para estimular o imagin\u00e1rio infantil. A hist\u00f3ria acompanha duas crian\u00e7as que, privadas de seus celulares durante f\u00e9rias no s\u00edtio do Vov\u00f4 Hermeto, descobrem um espa\u00e7o m\u00e1gico onde a m\u00fasica faz a natureza ganhar vida; folhas ca\u00eddas, bichos e elementos do campo se transformam em personagens dan\u00e7antes.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Atra\u00e7\u00e3o: Carta \u00e0 rainha louca<\/strong><\/p>\n<p><strong>Quando:\u00a0<\/strong>19 e 20 de dezembro, \u00e0s 21h e 21, \u00e0s 19h<\/p>\n<p><strong>Onde:\u00a0<\/strong>Teatro Paulo Eir\u00f3, Avenida Adolfo Pinheiro, 765 &#8211; Santo Amaro<\/p>\n<p><strong>Sinopse:\u00a0<\/strong>A pe\u00e7a musical CARTA \u00c0 RAINHA LOUCA \u00e9 uma adapta\u00e7\u00e3o da obra liter\u00e1ria de Maria Val\u00e9ria Rezende, concebida e escrita a partir de uma carta verdadeira encontrada pela autora nos arquivos ultramarinos em Lisboa. O espet\u00e1culo conta a hist\u00f3ria de Isabel das Santas Virgens que, isolada num convento em Olinda, escreve uma carta \u00e0 Rainha Maria I de Portugal, conhecida como Rainha Louca, relatando sua trajet\u00f3ria e denunciando as viol\u00eancias cometidas pelos homens no per\u00edodo do Brasil col\u00f4nia. Isabel \u00e9 presa e acusada injustamente por tentar estabelecer na regi\u00e3o de Minas Gerais um convento feminino clandestino, quando na verdade tratava-se de uma comunidade criada para acolher mulheres pobres, sem fam\u00edlia, sem renda, sem destino: as chamadas &#8216;sobrantes&#8217;.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Espet\u00e1culo &#8220;Mural da Mem\u00f3ria&#8221; \u00e9 apresentado nesta semana na mostra &#8220;2025 Em Cena&#8221;. 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