Alto rendimento; Parceria inédita do Imot e Mogi Basquete leva tecnologia de times de elite para monitorar desempenho de atletas
Postado em 26 de março de 2026

Uma parceria inédita entre o Imot e o Mogi Basquete levou a mais alta tecnologia em monitoramento de desempenho para as quadras. Desde janeiro, os atletas receberam e passaram a utilizar um colete com sensores responsáveis por produzir e transmitir métricas precisas e em tempo real sobre as condições físicas. O equipamento é utilizado apenas por um seleto grupo de equipes da elite do Novo Basquete Brasil (NBB).
Além de referência em Ortopedia, o Imot se destaca também na Medicina Esportiva. Com uma parceria de mais de uma década com o Mogi Basquete, o Instituto elevou ao mais alto nível o acompanhamento dos atletas com a aquisição dos coletes da marca Catapult Vector — referência internacional em se tratando de tecnologia de monitorização.
Na prática, os coletes transmitem informações específicas sobre a carga de cada jogador, como alturas de salto e intensidades na quadra, entre outras informações técnicas sobre desempenho. Os dados são analisados e passam a compor um cenário que orienta a estratégia a ser adotada dentro as quadras.

O diretor administrativo do Imot e médico ortopedista Alexandre Nogueira Ribeiro de Andrade explica como a tecnologia integra o acompanhamento clínico da equipe e dribla lesões:
“Do ponto de vista clínico é possível saber em tempo real o quadro físico dos jogadores e direcionar os treinos. Indica se é possível aumentar a intensidade do atleta ou deixá-lo em descanso, para evitar sobrecarga e até lesões. Mede distâncias percorridas, velocidade, aceleração, e ainda garante que o atleta alcance seu máximo potencial com segurança. Também auxilia no retorno de atletas que estão em recuperação”, indica o especialista.
Para a Comissão Técnica, as métricas são estratégicas na composição do time que entrará em quadra. O técnico do Mogi Basquete, Guerrinha, afirma que a orientação por dados amplia a competitividade da equipe:
“O esporte de alto rendimento caminha com a tecnologia e hoje estamos alinhados com o que há de mais avançado na Medicina Esportiva”, pontua.






