• 02/03/2026LUDOVIC SE APRESENTA NO SESC BELENZINHO

    No dia 13 de março de 2026, o Sesc Belenzinho recebe o quarteto paulistano Ludovic. A apresentação acontece na sexta, às 20h30, na Comedoria da unidade. Os ingressos estão disponíveis no portal sescsp.org.br e nas bilheterias físicas das unidades Sesc, a R$ 60,00 (inteira), R$ 30,00 (meia-entrada) e R$ 18 (Credencial Sesc).

     

    Foto: Jose Menezes

     

    Ludovic, banda paulistana dos anos 2000 que possui como influencia o Punk, Noise Rock e o Guitar Rock, após os discos Servil (2004) e Idioma Morto (2006) está prestes a lançar seu terceiro álbum, o primeiro em duas décadas. Nesta apresentação antecipa parte do repertório de inéditas que compõem seu aguardado disco novo.

     

    A banda, nome dos mais influentes do underground brasileiro e presença constante nas listas de melhores discos dos anos 2000, e até hoje é lembrado por suas lendárias apresentações, sendo citado com influência por diversas bandas da nova geração.

     

    Liderado pelo cantor e compositor Jair Naves, o Ludovic iniciou suas atividades com um EP autointitulado em 2000. Após diversas mudanças de formação em seus primeiros anos de existência, a banda consolidou-se com a entrada dos guitarristas Eduardo Praça (Apeles e Quarto Negro) e Zeek Underwood (Shed, Mudhill, Refer e Single Parents).

     

     

    Serviço:

     

    Ludovic

    Dia: 13 de março de 2026. Sexta, às 20h30
    Local: Comedoria (850 lugares)
    Valores: R$60 (inteira); R$ 30 (Meia entrada), R$ 18 (Credencial Sesc)
    Ingressos: à venda no portal sescsp.org.br e nas bilheterias das unidades Sesc
    Classificação: 14 anos
    Duração: 90 minutos

     

     

    SESC BELENZINHO

    Endereço: Rua Padre Adelino, 1000.
    Belenzinho – São Paulo (SP)
    Telefone: (11) 2076-9700
    sescsp.org.br/Belenzinho

     

     

    Estacionamento

     

    De terça a sábado, das 9h às 21h. Domingos e feriados, das 9h às 18h.

    Valores: Credenciados plenos do Sesc: R$ 5,50 a primeira hora e R$ 2,00 por hora adicional. Não credenciados no Sesc: R$ 12,00 a primeira hora e R$ 3,00 por hora adicional.

     

    Transporte Público

     

    Metro Belém (550m) | Estação Tatuapé (1400m)

     

  • 02/03/2026Arujá reforça Rede de Proteção à Mulher

    Como parte das ações permanentes de fortalecimento da rede de proteção à mulher, a Prefeitura de Arujá avançou em mais uma importante parceria, aproximando o Poder Público, o Judiciário e a Associação “Entre Nós” para a continuidade do Programa “3Rs – Reconhecer, Reeducar e Recomeçar”. Na última terça-feira (24), foi realizado o primeiro encontro após a formalização da parceria, marcando uma nova etapa do acompanhamento socioeducativo de homens encaminhados pela Justiça.

     

    A iniciativa tem como foco a reflexão, a responsabilização e a construção de novos caminhos, contribuindo para a prevenção de situações de violência e para a promoção de relações mais respeitosas.

     

    O programa já contou com a participação de 141 homens no município e integra as estratégias adotadas para o enfrentamento da violência doméstica. A atuação ocorre de forma complementar às medidas protetivas e ao atendimento realizado junto às mulheres pela rede municipal de assistência, especialmente pelo CREAS de Arujá. A proposta combina acompanhamento judicial, encontros reflexivos em grupo e articulação com os serviços públicos locais, fortalecendo uma atuação integrada e preventiva.

     

    A iniciativa está alinhada à Lei Maria da Penha, que prevê ações educativas voltadas à reeducação e à prevenção, podendo o Judiciário determinar a participação nesses programas. Em Arujá, o encaminhamento ocorre por decisão judicial, integrando as medidas de proteção já estabelecidas.

     

    Estiveram presentes no primeiro encontro desta nova fase Andrea Barros, coordenadora do CREAS; Peter Autovicz, supervisor da Vara da Infância de Arujá; Flávio Urra, coordenador do projeto “E, Agora José” e do Programa “3Rs” no município; além dos facilitadores responsáveis pela condução dos grupos.

     

  • 27/02/2026Theatro Municipal abre temporada lírica com “O Amor das Três Laranjas”

    Eleito o melhor teatro lírico de São Paulo pelo Guia da Folha, o Theatro Municipal de São Paulo inicia a temporada de óperas de 2026 com “O Amor das Três Laranjas”, de Sergei Prokofiev. A peça promovida pela Secretaria Municipal de Cultura e Economia Criativa estreia nesta sexta (27), às 20h e segue até o dia sete (7) de março, com ingressos a partir de R$47,00.

     

    O amor das 3 laranjas. Foto: Divulgação

     

    Com direção musical de Roberto Minczuk e remontagem assinada por Ronaldo Zero, a produção foi originalmente criada por Luiz Carlos Vasconcelos e apresentada no Municipal em 2022, quando se consolidou como um dos maiores sucessos da casa.

     

    A ópera conta a história de um rei que tenta curar a melancolia do filho convocando artistas para diverti-lo.Inspirada na tradição da “commedia dell’arte”, a obra mistura humor, fantasia e crítica teatral e é marcada por forte caráter sinfônico (marcha instrumental).

     

    A obra foi inspirada em um conto do século 17 de Giambattista Basile, adaptado para o teatro por Carlo Gozzi no século seguinte. O libreto foi desenvolvido pelo próprio Prokofiev em francês e contou com colaboração da soprano brasileira Vera Janacópulos. Nesta releitura, terá a participação da Orquestra Sinfônica Municipal e o Coro Lírico Municipal, além de grandes nomes do teatro lírico.

     

    Os ingressos podem ser adquiridos através do link:
    Link

     

    Sobre a Secretaria de Cultura e Economia Criativa

    A Secretaria Municipal de Cultura e Economia Criativa (SMC) de São Paulo, fundada em 1935 como Departamento de Cultura e Recreação, promove a cultura e impulsiona a economia criativa da cidade. Com mais de 90 anos de atuação, valoriza a diversidade cultural, preserva patrimônios e forma profissionais para a indústria criativa. Com uma rede abrangente, a SMC administra 13 Centros Culturais, 7 Teatros Municipais, 20 Casas de Cultura, além da Casa de Cultura Cidade Ademar, que será inaugurada em 2025, 2 museus (sendo o Museu da Cidade de São Paulo – composto de 13 unidades – e o Museu das Culturas Brasileiras em fase de obras), 54 Bibliotecas de Bairro, 15 Pontos de Leitura e 15 Bosques de Leitura, 6 EMIAs (Escolas Municipais de Iniciação Artística) e 3 unidades da Rede Daora – Estúdios Criativos das Juventudes. A SMC ainda atende 104 equipamentos de cultura e CEUs por meio do PIAPI (Programa de Iniciação Artística para a Primeira Infância), PIÁ (Programa de Iniciação Artística) e Programa Vocacional.

     

  • 27/02/2026Chá Bingo

    A Rede Feminina de Combate ao Câncer Guiomar Pinheiro Franco de Mogi das Cruzes promove no dia19 de março, às 14h30 seu tradicional Chá Bingo no salão social do Clube de Campo de Mogi das Cruzes.

     

  • 27/02/2026Noite do Bem

    A Noite do Bem II tem como finalidade arrecadar cestas básicas para serem doadas às famílias necessitadas de Suzano, principalmente neste momento de chuvarada. Estou assessorando o Fundo Social de Solidariedade no evento que acontecerá dia 28 de março. #anote

     

  • 26/02/2026MASP apresenta exposição sobre coletivo de artistas do povo Wichí

    De 6 de março a 2 de agosto de 2026, o MASP — Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand exibe Claudia Alarcón & Silät: viver tecendo. A mostra reúne 25 trabalhos que contemplam a produção artística de Claudia Alarcón (La Puntana, Argentina, 1989) & Silät, coletivo formado por mais de cem tecedeiras do povo Wichí. Com curadoria de Adriano Pedrosa, diretor artístico, MASP, e Laura Cosendey, curadora assistente, MASP, a exposição marca a estreia da artista e do grupo em um museu brasileiro.

     

    Foto: Eduardo Ortega

     

    As obras são produzidas com fios de chaguar, uma bromélia de fibras resilientes nativa do clima semiárido do Gran Chaco, maior bioma da América Latina depois da Amazônia, que ocupa as regiões norte e nordeste da Argentina, chegando até o Paraguai. A preparação do chaguar e a técnica de entrelaçar os fios com as mãos, sem o uso de um tear, provêm da confecção das bolsas yicas, objeto central para a cultura wichí. Tradicionalmente, a yica tem formato quadrado, com padrões geométricos que representam a flora e a fauna de seu território, remetendo a temas como orelhas de tatu, olhos de coruja e cascos de tartaruga. Embora seja o ponto de partida do trabalho de Alarcón & Silät, suas obras transcendem esse repertório tradicional. A partir de oficinas que propunham pensar novos formatos para as bolsas yicas, o coletivo Silät se organizou em 2023, passando a produzir tecidos dentro do contexto artístico.

     

    Historicamente, os têxteis produzidos pelos Wichí tinham tons terrosos, avermelhados e azuis acinzentados, mas as artistas passaram a adicionar cores mais intensas com anilinas no processo de preparação dos fios, chegando a matizes exuberantes de tons laranja e fúcsia, por exemplo. Outra importante inovação do trabalho de Alarcón & Silät está no próprio processo de produção dos tecidos: enquanto tradicionalmente as mulheres sempre teceram individualmente, as integrantes do Silät desenvolveram métodos para que várias integrantes pudessem trabalhar simultaneamente em uma mesma peça ou dar continuidade ao trabalho de outra tecedeira.

     

    A mitologia do povo Wichí também compõe os trabalhos de Alarcón & Silät. Em Kates tsinhay — Mujeres estrellas [Mulheres-estrelas], 2023, Claudia Alarcón evoca o mito das mulheres-estrelas. A crença narra que as mulheres eram estrelas no céu e desciam à Terra todas as noites por fios de chaguar que elas mesmas haviam tecido. Vinham se alimentar, roubando os peixes que os homens pescavam. Quando os homens descobriram, cortaram esses fios e as mulheres ficaram na Terra. Essa obra e outras inspiradas por esse enredo simbólico mesclam as geometrias ancestrais com elementos figurativos para delinear estrelas, luas, astros e céus estrelados.

     

    “Recupero lendas e histórias do nosso povo, sinto que tem muito trabalho a ser revivido. Penso em como recuperar isso, porque é algo que talvez não possa ser dito oralmente, não podemos gritar isso. Mas o tecido também fala. Há quem possa entender ou sentir isso no tecido. Eu me dei conta de que, embora teçamos em silêncio, tudo está dito no tecido”, comenta Alarcón.
    Os wichís chamam seu território de tayhi e o consideram parte fundamental da identidade, tendo uma dimensão espiritual e simbólica. Em espanhol, o nome para a região é monte. Porém, ainda que o nome remeta a montanhas, o relevo local é majoritariamente plano. A experiência cotidiana, o vento, o dia, o entardecer, a noite, as constelações e muitos outros elementos da vivência no monte estão presentes nas cores, formas orgânicas e geométricas dos trabalhos de Alarcón & Silät. O olhar sensível das tecedeiras para os ciclos naturais retrata na abstração Kyelhkyup — El otoño [Outono], 2023, da coleção do MASP, as mudanças de tons, texturas e luz durante a passagem das estações no monte.

     

    Tecer em conjunto, somado às inovações implementadas, possibilitou a elaboração de composições têxteis que trazem uma multiplicidade de vozes e cores, articulando padrões tradicionais com um repertório visual e poético contemporâneo. “Os tecidos tornaram-se bandeiras de luta, estandartes que portam mensagens, histórias, e dão vozes às mulheres da comunidade”, afirma Laura Cosendey.

     

    Tanto a singularidade das artistas quanto a dimensão do coletivo são demonstradas na instalação Hilulis ta llhaiematwek — Un coro de yicas [Um coro de yicas] (2024-25), que reúne mais de cem bolsas, cada uma delas produzida por uma integrante do grupo. As escolhas pessoais de cor e padrão são destacadas quando os trabalhos são exibidos lado a lado, enquanto a apresentação em conjunto reforça o caráter político da articulação do coletivo, que possibilitou criticar questões como a desvalorização do saber ancestral e a precarização do trabalho das tecedeiras.

     

    Na exposição, as obras são apresentadas em molduras ou em estruturas verticais de madeira, que remetem à maneira como esses tecidos são produzidos e, ocasionalmente, apresentados na comunidade onde vivem as tecedeiras. O conjunto N’äyhay wet layikis — Caminos y cicatrizes [Caminhos e cicatrizes] é um dos trabalhos exibidos nesse suporte expográfico proposto pelo MASP. A composição têxtil foi pensada pelo coletivo, em 2025, para o Nove de Julho, dia em que se comemora a independência da Argentina. A criação artística foi tecida pelas mulheres para denunciar a repressão violenta cometida ao longo do tempo pelo Estado argentino contra populações indígenas.
    Claudia Alarcón & Silät: viver tecendo integra a programação anual do MASP dedicada às Histórias latino-americanas. A agenda do ano também inclui mostras de La Chola Poblete, Sandra Gamarra Heshiki, Santiago Yahuarcani, Colectivo Acciones de Arte, Damián Ortega, Sol Calero, Carolina Caycedo, Pablo Delano, Rosa Elena Curruchich, Manuel Herreros e Mateo Manaure, Jesús Soto e uma exposição coletiva internacional.

     

    SOBRE AS ARTISTAS

    A partir de oficinas voltadas para repensar as bolsas yicas, em 2023, as mulheres wichís se articularam formando o coletivo Silät, nome que significa “mensagem” em wichí lhämtes. Composto por mais de cem mulheres das comunidades de La Puntana e Alto de la Sierra, o grupo faz dos têxteis uma ferramenta artística de afirmação política e de protagonismo feminino, articulando saberes ancestrais e debates atuais sobre território, identidade e autonomia. Nascida em 1989 em La Puntana, na província de Salta, no norte da Argentina, Claudia Alarcón se destaca ao liderar as tecedeiras e recuperar o “ponto antigo”, uma trama complexa de fios de chaguar que estava em desuso. As obras de Claudia Alarcón & Silät participaram da Bienal de Veneza de 2024.

     

    ACESSIBILIDADE

    Todas as exposições temporárias do MASP possuem recursos de acessibilidade, com entrada gratuita para pessoas com deficiência e seu acompanhante. São oferecidas visitas em Libras ou descritivas, mediante solicitação pelo e-mail acessibilidade@masp.org.br, além de textos e legendas em fonte ampliada e conteúdos audiovisuais com audiodescrição, legendagem e interpretação em Libras. Todos os materiais estão disponíveis no site e canal do YouTube do museu e podem ser utilizados por pessoas com ou sem deficiência, públicos escolares, professores, pessoas não alfabetizadas e interessadas em geral, em visitas espontâneas ou acompanhadas pela equipe MASP.

     

    CATÁLOGO

    Será publicado um catálogo bilíngue, em inglês e português, reunindo imagens e textos sobre a exposição. O livro tem organização editorial e curadoria de Adriano Pedrosa e Laura Cosendey e conta com ensaios de Cosendey, além das autoras convidadas Andrei Fernández, Lynne Cooke, Natalia Brizuela e Sofia Gotti, e uma entrevista inédita com Alarcón.
    LOJA MASP

    Em diálogo com a exposição, a Loja MASP apresenta produtos especiais de Claudia Alarcón & Silät: viver tecendo, que incluem postais, ímãs e marca-páginas.
    REALIZAÇÃO

    Claudia Alarcón & Silät: viver tecendo é realizada por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura e tem apoio da Renner.

     

    SERVIÇO

    Claudia Alarcón & Silät: viver tecendo

    Curadoria: Adriano Pedrosa, diretor artístico, MASP, e Laura Cosendey, curadora assistente,

    MASP
    6.3 — 2.8.2026

    Edifício Pietro Maria Bardi, 3º andar

     

    MASP — Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand

    Avenida Paulista, 1578 – Bela Vista, São Paulo, SP 01310-200

    Telefone: (11) 3149-5959

    Horários: terças grátis, das 10h às 20h (entrada até as 19h); quarta e quinta das 10h às 18h

    (entrada até as 17h); sexta das 10h às 21h (entrada gratuita das 18h às 20h30); sábado e

    domingo, das 10h às 18h (entrada até as 17h); fechado às segundas.

    Agendamento on-line obrigatório pelo link masp.org.br/ingressos

    Ingressos: R$ 85 (entrada); R$ 42 (meia-entrada)

    Site oficial
    Facebook
    X (ex-Twitter)
    Instagram

     

     

     

     

  • 24/02/2026Mais feiras de doação de livros acontecem nesta semana, com livros das editoras Todavia e Record

    A Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa e da Coordenação do Sistema Municipal de Bibliotecas, amplia suas feiras de doação de livros mensais do programa “Pegue, Leve e Leia” a partir desta semana, levando agora oito pontos de distribuição, começando nesta terça (24) e estendendo até dia 27. Com mais de dois mil livros disponíveis para retirada, o catálogo compõem títulos das editoras Record e Todavia, além de obras estrangeiras e clássicos das bibliotecas.

     

     

    No dia 24, a Biblioteca Alceu Amoroso Lima realiza sua distribuição gratuita de livros na Praça Benedito Calixto, em Pinheiros, a partir das 11h, até durar os estoques. Já no dia seguinte, no dia 25 de fevereiro, a Biblioteca Ricardo Ramos realiza sua feira das 10h às 16h, e a Biblioteca Padre José de Anchieta entra como novidade e realiza a sua, às 14h.

     

    Dia 27 de fevereiro, três feiras de doação acontecem simultaneamente: uma na Biblioteca Paulo Sérgio Duarte Milliet, das 10h às 16h; na Biblioteca Pedro Nava, das 11h30 às 16h – com o público participante podendo pegar até 3 livros por pessoa –; e a última na Camila Cerqueira César, a partir das 14h.

     

    O “Pegue, Leve e Leia” finaliza com chave de ouro o mês proporcionando os últimos dois pontos de distribuição no dia 28 de fevereiro, todas a partir das 11h, na Biblioteca Anne Frank e no Ponto de Leitura Bambuzal, na Praça Nativo Rosa de Oliveira.

     

    Parceria com as editoras Record e Todavia

     

    Nesta rodada de fevereiro, as ações do “Pegue, Leve e Leia” contaram com a parceria das editoras Todavia e Record, aumentando o acervo participante de livros que poderão ser lidos por novos donos.

     

    Catálogos da Record, como o livro de poemas curtos “Haicais para filhos e pais”, a HQ “Assassin’s Creed – Desmond” e os livros “Ser feliz é fácil”, “A guerra do gato”, “Proibido se apaixonar” e “Biscoitinho Chinês”, e mais de 50 opções da editora, estarão nas bibliotecas Padre José de Anchieta, Camila Cerqueira César e Anne Frank e no Ponto de Leitura Bambuzal.

     

    A Todavia, com títulos queridos pela comunidade

    leitora, como a HQ “O beijo adolescente”, a biografia de Silvio Santos “Topa tudo por dinheiro”, “As minas do rei Salomão” e “Mário de Andrade por ele mesmo”, podem ser achados nas bibliotecas Pedro Nava, Ricardo Ramos e Paulo Sérgio Duarte Milliet.

     

     

    Sobre o “Pegue, Leve e Leia”

     

    O programa “Pegue, Leve e Leia” existe desde 2015 e visa difundir e estimular a leitura por toda a cidade de São Paulo, além de incentivar o uso continuado das bibliotecas e transmitir a importância do livro como instrumento de conhecimento e lazer. As pessoas podem pegar os exemplares, levar para casa e ler, sem precisar devolver a obra. Os livros doados são parte do acervo das bibliotecas públicas municipais parados, em conjunto com doações da sociedade civil e de entidades parceiras. Todos os livros estão em ótimo estado e contam com diversos gêneros, quadrinhos, revistas e materiais audiovisuais.

     

     

    As feiras estão sujeitas a alteração de horário e local, que serão comunicadas brevemente nos canais de comunicação. Caso termine a quantidade de livros, as bibliotecas podem encerrar as atividades antes do horário previsto, recomendado chegar cedo ao local. A programação completa das bibliotecas de bairro e dos bosques e pontos de leitura, além de outras novidades e avisos, você encontra no site da CSMB e em nossa redes social. Informações gerais estão disponíveis nas redes sociais e no site da Secretaria de Cultura e Economia Criativa. Consulte online os acervos da biblioteca da cidade aqui.

     

     

    Serviço:

     

    Pegue, Leve e Leia

     

    Quando: 24 a 28 de fevereiro de 2026

     

    Classificação: Livre

     

    Ingressos: Gratuitos

     

    Múltiplos horários

     

    Sinopse: O “Pegue, Leve e Leia” é um projeto de feira de doação de livros do Sistema Municipal de Bibliotecas, onde o munícipe pode retirar gratuitamente qualquer livro selecionado da estante. Cada pessoa pode retirar até dois livros. A medida visa ampliar o acesso à leitura na cidade e ainda incentivar o uso continuado das bibliotecas como pontos culturais e de lazer.

     

    Locais e Datas:

     

    🗓️ 24/02

     

    Pegue, Leve e Leia da Biblioteca Alceu Amoroso Lima – a partir das 11h

     

    Endereço: Praça Benedito Calixto – Pinheiros

     

    🗓️ 25/02

     

    Biblioteca Ricardo Ramos – das 10h às 16h

     

    Endereço: Pça. do Centenário de Vila Prudente, 25 – Vila Prudente

     

    Biblioteca Padre José de Anchieta – a partir das 14h

     

    Endereço: Rua Antônio Maia, 651 – Vila Perus

     

    🗓️ 27/02

     

    Biblioteca Paulo Sérgio Duarte Milliet – das 10h às 16h

     

    Endereço: Pça. Ituzaingó, s/n° – Vila Regente Feijó

     

    Biblioteca Pedro Nava – das 11h30 às 16h

     

    Endereço: Avenida Engenheiro Caetano Álvares, 5903 – Imirim

     

    Biblioteca Camila Cerqueira César – a partir das 14h

     

    Endereço: Rua Valdemar Sanches, 41 – Vila Gomes

     

    🗓️ 28/02

     

    Biblioteca Anne Frank – a partir das 11h

     

    Endereço: Rua Cojuba, 45 – Itaim Bibi

     

    Ponto de Leitura Bambuzal – a partir das 11h

     

    Endereço: Rua da Colônia Nova, 110 – Jardim Ângela

     

  • 23/02/2026CASACOR São Paulo anuncia elenco para 2026

    A CASACOR São Paulo, principal evento da maior plataforma cultural de arquitetura, paisagismo, arte e design de interiores das Américas, anuncia o elenco que dará vida à sua 39ª edição. A mostra acontece de 2 de junho a 9 de agosto de 2026 no Parque da Água Branca, com apoio da Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística (Semil) e do Governo do Estado de São Paulo.

     

     

    Em 2026, a mostra ocupará 10.161m² de área construída, distribuídos em 67 ambientes, entre casas, apartamentos, estúdios, lofts e jardins, além de dois espaços dedicados a instalações artísticas e áreas voltadas à gastronomia e compras.

     

    Nesta edição, os profissionais terão como desafio interpretar o tema ‘Mente e Coração’, que propõe uma reflexão sobre a conexão com o morar. Construído a partir da pesquisa anual de macrotendências da marca, o conceito convida arquitetos, designers e paisagistas a pensarem a casa como espaço de cura, acolhimento e autocuidado.

     

    Pelo segundo ano no Parque da Água Branca, a CASACOR reforça sua relação com um dos mais importantes espaços verdes urbanos da cidade, integrando natureza, patrimônio histórico e arquitetura contemporânea. O cenário amplia o diálogo com o conceito de 2026, valorizando ambientes capazes de acolher fragilidades, preservar memórias e restaurar equilíbrios.

     

    O Elenco

     

    Para transformar o tema em experiências sensíveis e projetos autorais, a CASACOR São Paulo reúne um elenco diverso, com profissionais de diferentes regiões do país e nomes internacionais. Cada ambiente deverá explorar a convergência entre razão e emoção, técnica e sensibilidade, reafirmando o papel da arquitetura e do design como ferramentas essenciais para imaginar novas formas de habitar e responder às complexidades do nosso tempo.

     

    Entre os grandes nomes já confirmados para a edição estão Dado e Guilherme Castello Branco, Nildo José (NJ+ Arquitetos), Leo Shehtman, Estúdio Guto Requena, Marcelo Salum e Estúdio Carlos Fortes, que ficará à frente do projeto luminotécnico da área externa, pensado para conviver em harmonia com a vida silvestre do local.

     

    Internacional

     

    Reforçando o caráter internacional da mostra, a edição de 2026 contará com nomes de diferentes origens. O designer holandês Edward van Vliet, consagrado no cenário internacional do design, atua em projetos residenciais e hoteleiros ao redor do mundo e traz para a CASACOR São Paulo seu olhar sofisticado e sua ampla experiência global. Fascinado pela diversidade cultural e natural do Brasil, o profissional promete incorporar essa inspiração ao espaço que apresentará na mostra.

     

    A arquiteta e designer afrolatina Michele Wharton carrega sua herança panamenha, traduzindo referências culturais em linguagem contemporânea para a mostra. Já Eduardo Baldelomar, nascido em Santa Cruz de la Sierra, na Bolívia, retorna à CASACOR São Paulo, onde participou pela primeira vez em 2024, explorando arquitetura e design de interiores a partir de suas raízes latinas e bolivianas.

     

    De volta à CASACOR São Paulo

     

    Entre os profissionais que retornam à CASACOR São Paulo em 2026 estão Paulo Azevedo; Suite Arquitetos; Carlos Navero; Calio Studio Design; Felipe de Almeida (Estúdio Felipe de Almeida Design de Interiores); Natan Gil Arquitetura; Letícia Nannetti Arquitetura; Gabriel Fernandes; Felipe Carolo Arquitetura; Marcos Serrano Miralles Arquitetura; Tulio Xenofonte; Isabella Nalon Arquitetura e Interiores; Atelier Navarro Arquitetura; Daniel Castro Cunha; Rodra Arquitetura | rodraarq; Studio Costa+Azevedo – Josemar Costa Júnior e André Azevedo; Beatriz Quinelato Arquitetura; Panapaná Estúdio; e Altera Arquitetura e Interiores.

     

    A mostra também conta com quatro escritórios que vêm se destacando em diferentes praças da CASACOR ao longo dos últimos anos e que já participaram da edição paulista. É o caso do MAAI, responsável por um ambiente de 180m² na CASACOR Brasília em 2023; de (OHMA) Nicholas Oher e Paloma Bresolin, que assinaram uma instalação inédita para a fachada da CASACOR Paraná em 2024; de João Panaggio, que integrou o elenco da CASACOR Rio de Janeiro em 2022 e 2023; e de Wesley Lemos (EstudioW+), que assinou o Saleta D’Arte na CASACOR Bahia 2025.

     

    Estreias

     

    Os estreantes de 2026 trazem novos olhares e repertórios à mostra. Viviane Telles Arquitetos, do Rio Grande do Norte, será responsável por dar vida à bilheteria, o cartão de visitas do evento, que deverá sintetizar o tema ‘Mente e Coração’ e proporcionar, logo na entrada, uma imersão ao visitante.

     

    Também estreiam Rafaella Manso Arquitetura; Camilo Jr.; Bruno Borges – BSB Arquitetura; Felipe Saurin; Lucas Carrara – Arquitetura & Design; Mia Kamimura Arquitetura e Design; Duno Arquitetura + Interiores por Catarina Biselli e Fernanda Prado; Marina Salles Arquitetura e Interiores; TT Interiores; Marta Calasans; Cyro Arquitetura e Estúdio Clara Nahas.

     

    Entre os estreantes que já participaram de outras edições da CASACOR pelo país, mas chegam a São Paulo pela primeira vez, estão Victor Niskier + ARQNISK (CASACOR Rio de Janeiro); Tarsiana Barros (CASACOR Rio Grande do Norte); e Maria Araujo Arquitetura (CASACOR Brasília).

     

    Paisagismo

     

    O paisagismo da edição de 2026 seguirá diretrizes ainda mais rigorosas para garantir a preservação dos jardins do Parque da Água Branca. Como em 2025, não haverá qualquer interferência nas árvores, que fazem parte do patrimônio ambiental tombado do parque e cujo manejo cabe exclusivamente à concessionária. Também seguindo a conduta do ano passado, a vegetação utilizada durante a mostra será mantida em vasos apoiados sobre o solo, sem o plantio direto nos canteiros, para que possa ser facilmente removida após o evento. Além disso, as espécies escolhidas não poderão ser tóxicas para animais e nem possuir espinhos.

     

    Eventuais revestimentos, como pisos drenantes ou pedras, deverão ser assentados sobre plataformas elevadas, de modo que o solo permaneça intacto, e não haverá construções (ainda que temporárias) nas áreas verdes da CASACOR. Esta medida protege os canteiros, que foram integralmente recompostos com sua vegetação original após a desmontagem da mostra de 2025. Mesmo com esses cuidados, caso haja qualquer dano à vegetação arbustiva, ela será refeita após o encerramento da mostra.

     

    Já a iluminação dos espaços externos obedecerá a parâmetros específicos, com temperatura de cor de 1.800 K (amarelo-avermelhada) e IRC acima de 90, características que promovem uma luz que não agride a vida silvestre, diferentemente da luz branca, que pode ser interpretada pelos animais como luz solar.

     

    Os projetos de paisagismo serão assinados por Pam Faccin Arquitetura Paisagística, Estúdio Musgo por Denis Bessa, Ana Lui Paisagismo & Karen Marini Leve Paisagismo e Alexandre Galhego, da Alexandre Galhego Paisagismo, reforçando o compromisso da mostra com uma atuação responsável e integrada ao patrimônio ambiental.

     

    Operações

     

    A experiência do público será complementada por diferentes operações gastronômicas e de compra. O restaurante buffet Mesa Viva terá projeto assinado por Marta Martins Arquitetura. O café com livraria da Unisaber e Chocolat du Jour será desenvolvido pelo Studio Sitta+Barbo. O Cappuccino Boutique Café fica sob responsabilidade de Teresa Simões. Já a Forneria San Paolo, restaurante à la carte, contará com projeto do Stage.AEC, enquanto o bar speakeasy Shake’n Stir será assinado pelo Studio Gaibola. Também integram o mall de CASACOR as operações da Gustavo Eyewear e a loja do MASP.

     

    Patrocinadores

     

    A CASACOR 2026 tem patrocínio master Deca e patrocínio local de Duratex, Portinari e Coral.

     

    Sobre a CASACOR

     

    Empresa do Grupo Abril, a CASACOR é reconhecida como a maior plataforma cultural de arquitetura, paisagismo, arte e design de interiores das Américas. O evento reúne, anualmente, renomados arquitetos, decoradores e paisagistas e em 2026 chega à sua 39ª edição em São Paulo, no Parque da Água Branca.

     

     

    Mais Informações:

     

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  • 21/02/2026Trio Sebah Vieira

    Hoje, a partir das 12 horas, o Trio Sebah Vieira promove um pós-Carnaval em São Paulo, na Rua Augusta. Informações pelo WhatsApp (11) 95806-7820.

     

     

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    Será no dia 21 de março, às 14 horas, o Bingo Solidário da Apae Suzano no Boteco Apae. #Anote